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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

Líder republicano no Senado apoia sanções e diz que Rússia não é país amigo dos EUA

O líder da maioria republicana no Senado, Mitch McConnell, afirmou que a Rússia tem expandido suas zonas de influência em todo o mundo ao longo dos últimos 8 anos da presidência de Obama e afirmou que ela não é um país amigo dos EUA.


Sputnik


"Os russos não são nossos amigos. E, evidentemente, a administração Obama ainda não os dissuadiu de tentar violar os nossos sistemas de cibersegurança ou perseguir os nossos diplomatas em Moscou", frisou McConnell nesta quinta-feira (29), algumas horas após a administração Obama ter imposto novas sanções contra a Rússia e expulsado 35 diplomatas russos. 

Senado dos EUA
Senado dos EUA © flickr.com/ Phil Roeder

McConnell, um dos principais líderes do Partido Republicano, ao qual o presidente Trump pertence, acusou a atual administração Obama de se esforçar por reconstruir as relações com a Rússia, enquanto Moscou reforça seu poderio no mundo. 

"Ao longo de 8 anos, a administração Obama tem tentado reiniciar as relações com a Rússia e se comportado de modo passivo, enquanto a Rússia tem vindo a aumentar a sua área de influência, intervindo na Crimeia, no Leste da Ucrânia, na Síria e tentado intimidar os países do Báltico", afirmou o republicano. 

O senador realçou que impor sanções contra a alegada ação de inteligência russa nos EUA é um primeiro passo positivo, mas que demorou demasiado tempo. 

As autoridades russas têm repetidamente negado as acusações dos EUA e enfatizado que Moscou não interferiu nas presidenciais norte-americanas. 

As medidas penalizantes de Obama contra a Rússia incluem a expulsão de 35 diplomatas russos e o encerramento de duas casas de campo diplomáticas, bem como sanções contra 6 indivíduos e 5 entidades oficiais.

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