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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Lugansk e Donetsk esperam ofensivas das forças ucranianas

A situação na direção de Debaltsevo em Donbass irá se agravar, considera o assistente do chefe da Guarda de Fronteira do Ministério da Segurança de Estado da autoproclamada República Popular de Lugansk (LNR), Vitaly Gafonov.


Sputnik


Anteriormente, a Polícia Popular informou sobre o fracasso das tentativas dos militares ucranianos para romper as defesas da autoproclamada República Popular de Lugansk na direção de Debaltsevo. 

Milícias da autoproclamada República Popular de Donetsk deixam suas posições durante retirada do povoado de Petrovske, a 50 quilômetros de Donetsk, em 3 de outubro de 2016
Membros da defesa de Donetsk © AFP 2016/ Aleksey FILIPPOV

Segundo as autoridades da LNR, a batalha resultou no ferimento de dois milicianos e dois outros estão desaparecidos. O Ministério da Defesa da Ucrânia informou que cinco militares morreram e 16 ficaram feridos. A LNR afirmou que de sua parte houve dois mortos e três feridos.

Na segunda-feira (19), a LNR declarou que os militares ucranianos estão continuando suas tentativas de romper a defesa das milícias em várias direções ao mesmo tempo. Às 17h00, o Centro Conjunto de Controlo e Coordenação estabeleceu o regime de silêncio na direção de Debaltsevo. Cerca de 20h00, segundo dados da Polícia Popular da LNR, as Forças Armadas da Ucrânia abriram fogo contra o território da República.

"Kiev considera Debaltsevo como seu território, eles irão sempre tentar prová-lo. Agora temos um primeiro teste das defesas. Devemos esperar um agravamento geral da situação nessa região", disse Gafonov aos jornalistas durante o briefing. 

Segundo disse ele, na direção apontada se encontram importantes forças militares da Ucrânia que Kiev pode usar em seus "jogos políticos". 

"O conflito fronteiriço na área de Debaltsevo [em 18 de dezembro de 2016] aconteceu exclusivamente por culpa das Forças Armadas da Ucrânia, que violaram a linha de demarcação com a sua ofensiva contra posições da LNR", concluiu Gafonov. 

Entretanto, a situação é quase a mesma na autoproclamada República Popular de Donetsk (DNR). 

O Ministério da Defesa da República Popular de Donetsk receia uma possível ofensiva dos militares ucranianos na direção de Debaltsevo, informou na terça-feira aos jornalistas o representante do Ministério. 

"Conforme informações recebidas das nossas fontes nas Forças Armadas da Ucrânia, nas localidades de Svitlodarsk e de Mironovsky, que estão sob controle da Ucrânia, foi iniciada a evacuação em massa dos civis, motivada pela planejada ofensiva dos militares ucranianos nessa direção", acrescentou o representante do Ministério.

Em abril de 2014, as autoridades da Ucrânia iniciaram uma operação militar contra as autoproclamadas LNR e DNR (República Popular de Donetsk) que tinham declarado independência após o golpe de Estado na Ucrânia em fevereiro de 2014. De acordo com os últimos dados da ONU, o número de vítimas do conflito ascende a dez mil.

A questão da resolução da situação em Donbass está também sendo discutida durante os encontros do grupo de contato em Minsk, a qual, desde setembro de 2014, já aprovou três documentos que contêm medidas para atenuar o conflito. No entanto, após os acordos de trégua, os tiroteios entre as partes em conflito continuam.


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