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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Pontes flutuantes soviéticas salvam operação em Mossul

Pontes de barcas militares feitas na União Soviética desempenharam um papel crucial e ajudaram na ofensiva contra o Daesh realizada pela coalização liderada pelos EUA em Mossul, Iraque, segundo relata o jornal russo Izvestia. 


Sputnik

O jornal russo Izvestia informou que as pontes de barcas militares, fabricadas na União Soviética, e que foram compradas pelo Iraque sob governo de Saddam Hussein nos anos de 1980, se tornaram a salvação da operação militar contra o Daesh em Mossul, depois de as aeronaves da coalizão terem destruído as pontes que atravessavam o rio Tigre.


Ponte flutuante. Iraque.
Ponte flutuante soviética sobre o rio Tigre, no Iraque © AP Photo/ AHMAD AL-RUBAYE / AFP

As forças iraquianas, apoiadas pela coalizão liderada pelos EUA, lançaram uma ofensiva para recuperar Mossul do Daesh [organização terrorista proibida na Rússia e muitos outros países] em 17 de outubro.

Mossul, a segunda maior cidade no Iraque, bem como diversas cidades e povoados do Norte e do Oeste do Iraque foram conquistados em 2014 durante a ofensiva do Daesh. 


No final da semana passada, um grupo de engenheiros conseguiu montar várias pontes de barcas sobre o rio Tigre para que fosse possível transportar o equipamento pesado do exército do Iraque, bem como o das unidades da 1 ª Divisão de Infantaria dos EUA que recentemente foram deslocadas para o Iraque para apoiar a operação em Mossul, diz o Izvestia.

Atravessar essas pontes significa que as tropas do Iraque serão capazes de avançar sobre as áreas ocidentais de Mossul, entretanto, os generais americanos que na verdade são quem está ao leme da operação militar em Mossul, estarão ocupados com as suas táticas prediletas do martelo e da bigorna. Viktor Murakhovsky, o editor-chefe do jornal russo Arsenal Otechestva (Arsenal da Pátria), afirmou ao Izvestia que a ponte de barcas soviética continua sendo popular por todo o mundo.

Tudo o que é necessário para instalar estas pontes são caminhões potentes e alguns rebocadores, disse ele. 


"Essas pontes são totalmente seguras, podem ser instaladas por equipes de engenheiros com total autonomia. Enquanto as pontes de barcas americanas exigem gruas, as nossas pontes podem ser construídas com ajuda de uma alavanca e um conjunto de ferramentas simples", frisou.

Ao mesmo tempo, o tenente-general Abdel Ghani Asadi, do serviço de contraterrorismo do Iraque, disse que o Serviço libertou mais de 600.000 residentes em 25 bairros de Mossul dos terroristas do Daesh.

Ele adicionou que as tropas de operações especiais do Iraque mataram cerca 1.000 jihadistas desde o início da operação em Mossul. 


Não há um prazo temporal certo para libertar Mossul do Daesh, mais isso não demorará muito, acrescentou.


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