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Israel prende o governador palestino de Jerusalém

Motivo da detenção foram crimes cometidos na Cisjordânia ocupada, segundo a Organização para a Libertação da Palestina.
France Presse

Israel prendeu o governador palestino de Jerusalém por crimes que teria cometido na Cisjordânia ocupada, que não foram especificados, informou a Organização para a Libertação da Palestina (OLP).

O governador Adnan Gheith foi detido no sábado (20) à noite no bairro palestino de Beit Hanina, em Jerusalém Oriental, ocupada e anexada por Israel. Será apresentado a um tribunal dentro de quatro dias, afirma a OLP em um comunicado.

Para o dirigente da OLP Saeb Erakat, a detenção é "um novo passo contra a presença palestina em Jerusalém" e constitui uma violação da legislação israelense a respeito das instituições palestinas da cidade.

"As ameaças contra dirigentes palestinos, sua detenção, inclusive o 'sequestro' do governador Gheith, são parte de um plano que pretende sufocar todas as bases de uma solução política com dois Estados e com as f…

Putin condecora russos que foram mortos em Aleppo

O presidente russo, Vladimir Putin, além de condecorar os militares que morreram na Síria, prestou prontidão no auxílio às famílias das vítimas. 


Sputnik

"Correndo risco de morte, os militares russos estão fazendo todo o possível para ajudar o exército sírio na luta contra o terrorismo e para salvar a vida de civis. Vocês sabem que, no dia 5 de dezembro, nos seus postos, foram assassinadas as médicas do hospital militar — as sargentos Nadezhda Vladimirovna Durachenko e Galina Viktorovna Mikhaylova. Ontem, na Síria, após sofrer graves ferimentos nos bombardeios dos terroristas, morreu o coronel Ruslan Viktorovich Galitsky. Honremos a memória deles com um minuto de silêncio", disse Putin durante uma reunião com oficiais superiores e procuradores.


O presidente russo, Vladimir Putin apresentou condecorações para os militares que participaram nas operações anti-terroristas na Síria
Presidente da Rússia Vladimir Putin © Sputnik/ Sergei Guneev

Após o minuto de silêncio, o supremo comandante ordenou a condecoração e prestação de assistência necessária às famílias das vítimas pelo Ministério da Defesa.

"Eu peço ao Ministério da Defesa que condecore os nossos companheiros e companheiras e que preste toda a assistência aos parentes nesses tempos difíceis", disse Putin.

Anteriormente, o porta-voz do Ministério da Defesa russo, Igor Konashenkov, informou que militantes atacaram o hospital móvel russo instalado em Aleppo. Duas militares-médicas russas foram mortas. Além disso, o ataque atingiu residentes locais que aguardavam atendimento médico. Algumas horas depois, soube-se que, durante o bombardeio, um conselheiro militar russo ficou também gravemente ferido. Mais tarde, ele morreu.


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