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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Rússia ainda não alcançou acordo com EUA sobre saída de terroristas de Aleppo

O vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Rybakov, declarou hoje (11), em entrevista à Sputnik, que Moscou e Washington ainda não alcançaram acordo sobre a questão da saída de combatentes de Aleppo. 


Sputnik

Mais cedo, a oposição síria relatou à Reuters que os dois países teriam oferecido um acordo aos combatentes para uma evacuação segura da cidade síria através de corredores humanitários. 


Exército sírio toma bairro de Meisar, em Aleppo Oriental
Exército sírio em Aleppo © Sputnik


“Aquilo o que é relatado pelas mídias do Ocidente não necessariamente corresponde à realidade. O mais importante a se destacar a esse respeito é que nós – a Rússia, o nosso grupamento na Síria, adotamos faz tempo todas as medidas necessários para criar condições para uma saída segura de Aleppo para quem se encontra naquela cidade” – disse Rybakov.

Nas suas palavras, “a questão da saída dos combatente é assunto para negociações a parte com os EUA. (…) Esse acordo ainda não foi alcançado muito pelo fato de os EUA baterem o pé sobre parâmetros inaceitáveis, que de fato garantem total liberdade de locomoção àqueles que hoje lutam contra o exército do governo sírio”.

Nesse sentido, Rybakov destacou que “não está em questão” qualquer diálogo sobre uma proposta conjunta entre Rússia e EUA à oposição síria em Aleppo.


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