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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Rússia diz ter matado líder do Estado Islâmico no Cáucaso Norte

Rustam Aselderov foi morto por agentes do Serviço Federal de Segurança da Rússia (FSB)


EFE


O líder do Estado Islâmico (EI) no Cáucaso Norte, Rustam Aselderov, foi morto por agentes do Serviço Federal de Segurança da Rússia (FSB) em uma operação realizada na República do Daguestão, segundo um comunicado oficial divulgado neste domingo (4). 

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Rustam Aselderov

Aselderov dirigia a organização terrorista Vilayat Kavkaz, vinculada ao EI, de acordo com o FSB. Na mesma operação, morreram também quatro terroristas de seu círculo mais próximo, segundo o canal de televisão russo "RT".

Os agentes especiais surpreenderam os cinco homens em uma casa próxima à capital da república, Mahatchkala, e eles reagiram com fuzis de assalto, segundo o comunicado divulgado.

O FSB acusa Aselderov de jurar lealdade ao EI em 2014 e de vários assassinatos e atentados em diferentes cidades russas, como o de Volgogrado, em 2013, que causou 18 mortos e deixou dezenas de feridos.




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