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Análise: presidente ucraniano mata sua indústria ao introduzir novas sanções contra Rússia

O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, assinou um decreto sobre as sanções contra a Rússia adotadas pelo Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia. O especialista Eduard Popov falou com a Sputnik e indicou qual o principal objetivo perseguido pelo governo ucraniano com tal iniciativa.
Sputnik

Em 2 de maio, o Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia ampliou as medidas restritivas em relação a diversas pessoas físicas e jurídicas russas, bem como prolongou a vigência das sanções introduzidas anteriormente.

Segundo informou a assessoria de imprensa da entidade, as sanções são aplicadas a pessoas "relacionadas com a agressão no ciberespaço e no campo informacional" contra a Ucrânia, "ações criminosas" contra os cidadãos ucranianos detidos na Rússia, bem como aos deputados da Duma de Estado e do Conselho da Federação da Rússia.

O diretor do Centro de Cooperação Pública e Informativa "Europa", Eduardo Popov, disse ao serviço russo da Rádio Sp…

Rússia e China bloqueiam resolução do Conselho de Segurança da ONU sobre Aleppo

Rússia e China bloquearam nesta segunda-feira (5) uma resolução do Conselho de Segurança da ONU sobre a situação humanitária na cidade síria de Aleppo proposta pelo Egito, Espanha e Nova Zelândia.


Sputnik


O documento foi apoiado por 11 membros do Conselho de Segurança, enquanto Rússia, China e Venezuela, votaram contra. Como Rússia e China são membros-permanentes do Conselho, possuem direito a veto, garantindo a rejeição ao projeto de resolução.


Integrantes do Conselho de Segurança da ONU
Conselho de Segurança da ONU © REUTERS/ Eduardo Munoz

"O resultado da votação foi o seguinte: 11 votos a favor, 3 contra e uma abstenção. O projeto de resolução não foi adotado por não ter o número de votos requerido", declarou o presidente do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

O projeto de resolução pedia uma trégua de sete dias na cidade síria de Aleppo. O argumento da Rússia para o veto é de que o cessar-fogo permitiria aos rebeldes se reagrupar.

Moscou afirmou que é necessário mais tempo para consultas entre Washington e Moscou sobre a resolução da crise em Aleppo.



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