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China tira mais um 'trunfo' aos EUA criando catapultas eletromagnéticas para porta-aviões

A China desenvolveu sua própria catapulta eletromagnética para os porta-aviões, sendo que anteriormente os EUA eram o único país que usava esse tipo de equipamento. Fazendo isso, o país asiático tem como objetivo melhorar a capacidade de combate dos seus grupos aeronavais.
Sputnik

Engenheiros chineses testaram o protótipo da catapulta eletromagnética de fabricação nacional com aviões de combate J-15, afirmou o contra-almirante chinês Yin Zhuo à edição China Daily. O alto responsável militar especificou que os aviões efetuaram "milhares de decolagens" usando a catapulta.


As catapultas dos porta-aviões são utilizadas para dar um impulso extra à aeronave (o que não é necessário se a aeronave decola do chão), devido à pequena pista de aterrissagem dos porta-aviões. Anteriormente, esse impulso era produzido por vapor.

O dispositivo eletromagnético usa um cabo de aço que liga o avião à catapulta e o faz decolar. De acordo com a mídia, o uso da catapulta foi conseguido devido ao sucess…

Rússia fará tudo para evitar retorno de terroristas a Palmira

Segundo comunicou o Ministério das Relações Exteriores russo, Moscou fará tudo ao seu alcance para que os terroristas não retornem à cidade síria de Palmira. 


Sputnik

A respectiva informação foi prestada pelo primeiro vice-ministro russo das Relações Exteriores Vladimir Titov durante uma conversa com jornalistas nesta segunda-feira (12). 


Militares na parte histórica de Palmira liberada dos terorristas do Daesh, Síria, maio de 2016
Militares sírios em Palmira © Sputnik/ Maksim Blinov


"Acreditamos que a libertação de Palmira foi um resultado muito importante das nossas ações conjuntas. Naturalmente, nós vamos fazer tudo o que nos é possível para não permitir o retorno dos terroristas a estas regiões", declarou Titov.

No domingo (11) o grupo terrorista Daesh (proibido na Rússia) alegadamente reentrou na cidade antiga, não obstante o Ministério da Defesa russo declarar que os combates têm lugar nos arredores da cidade. Segundo os dados divulgados pelo Centro para Reconciliação russo na Síria, mais de 4.000 jihadistas se reagruparam e realizaram uma tentativa de reconquistar Palmira.

Palmira foi libertada do poder dos jihadistas em março do ano corrente, após quase um ano de domínio terrorista, durante o qual foram destruídos inúmeros monumentos históricos.



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