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Especialistas: aumenta o risco de guerra entre os EUA, a Rússia e a China

O desenvolvimento de novos tipos de armas nucleares de "baixa potência" aumenta o risco de uma guerra entre os EUA, a Rússia e a China, segundo especialistas consultados por Newsweek.
Sputnik

O Pentágono está desenvolvendo dois novos tipos de armas nucleares, para acompanhar os progressos da Rússia e da China nesse terreno. Os especialistas tiveram acesso às minutas do projeto de doutrina nuclear norte-americana, que acusa Moscou e Pequim de ampliar as suas capacidades nucleares. 


Esse documento afirma a necessidade de "desenvolver e incorporar novos meios de contenção e de defesa dos objetivos, quando a contenção não funciona".

Entre outras medidas, o projeto revela a intenção de desenvolver ogivas nucleares de baixa potência para mísseis Trident, utilizados por submarinos da classe Ohio. Além disso, o departamento de Defesa dos EUA planeja desenvolver um míssil nuclear de baixa potência para suas bases marítimas.

O Pentágono considera o atual arsenal nuclear a disposi…

Turquia posiciona tanques e canhões na fronteira com a Síria

Ancara tenta se apoderar de um bastião do grupo extremista Estado Islâmico (EI).


France Presse

A Turquia posicionou neste domingo (25) artilharia e tanques suplementares na sua fronteira com a Síria, onde Ancara tenta se apoderar de um bastião do grupo extremista Estado Islâmico (EI), segundo a imprensa. 

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Tropas turcas regressam da fronteira síria em Karkamis, na Turquía - Créditos: Ismail Coskun, IHA via AP

Vários tanques, veículos de transporte militares e ao menos 10 peças de artilharia foram colocados em Oguzeli e Karkamis, no sudeste do país, na fronteira síria, segundo a agência de notícias oficial Anadolu.

Esse movimento ocorre ao mesmo tempo em que as forças turcas na Síria estreitam o cerco em volta de Al-Bab, um bastião do EI, que os rebeldes sírios apoiados pelo exército de Ancara tentam conquistar, em uma forte batalha.

Dezesseis soldados turcos morreram na quarta-feira, o dia mais mortífero para o exército turco desde o início da sua ofensiva transfronteiriça contra os jihadistas e contra as milícias curdas, em agosto passado.

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, afirmou no sábado: "Al Bab, está quase no fim".

Ele disse que as forças turcas se dirigiriam, em seguida, à cidade de Minbej, a leste, onde estão milícias curdas apoiadas pelos Estados Unidos na sua luta contra o EI.

Esse apoio de Washington aos curdos na Síria provoca cólera em Ancara, que considera que estes grupos são organizações "terroristas", afins à rebelião curda na Turquia.

A Turquia disse que se recusaria a apoiar qualquer ofensiva contra Raqqa, feudo do EI na Síria, que contasse com a participação das milícias curdas.

Este assunto será discutido com a administração do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, depois da sua posse, em 20 de janeiro, disse Erdogan no sábado.


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