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Militares norte-americanos acreditam que EUA entrarão em guerra

Quase metade do Exército dos EUA está confiante de que durante o ano de 2019 seu país estará envolvido em um grave conflito armado, de acordo com o Military Times.
Sputnik

Segundo uma pesquisa recente, 46% dos participantes não duvidam que o confronto militar ocorrerá no próximo ano.


A título de comparação, em 2017, apenas 5% dos militares dos EUA esperavam um conflito armado, enquanto 50% descartaram um cenário de guerra e 4% não responderam.

Quanto aos inimigos mais prováveis, os soldados dos EUA mencionaram principalmente a Rússia e a China. Respectivamente, 72% e 69% dos entrevistados escolheram esses dois países.

Além disso, cerca de 57% estão preocupados com a presença de extremistas islâmicos nos Estados Unidos. Em particular, 48% destacaram uma possível ameaça por parte dos grupos terroristas Daesh e Al Qaeda (proibidos na Rússia e em outros países).

Caças da OTAN realizam treinos no espaço aéreo da Estônia

Caças da Força Aérea da Alemanha Eurofighter Typhoon que estão em missão de patrulhamento do espaço aéreo dos Países Bálticos e se encontram estacionados na base aérea na cidade de Amari, perto de Tallinn, irão realizar voos de treinamento diários sobre o território da Estônia, informou o estado-maior das Forças Armadas do país. 


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Os voos de treinamento diários irão ser realizados desde segunda-feira (9) até sexta-feira (13). 

Eurofighter Typhoon
Eurofighter Typhoon © flickr.com/ Airwolfhound

"Caças da Força Aérea da Alemanha Eurofighter Typhoon irão efetuar voos nos dias úteis em altitudes baixas não menos que 152 metros, fora das povoações. Os voos serão realizados na primeira metade do dia", diz o comunicado.

Voos semelhantes estão sendo regularmente realizados pelos caças dos países da OTAN que estão em missão de patrulhamento do espaço aéreo sobre os Países Bálticos. Pilotos da Força Aérea da Alemanha entraram em missão em 31 de agosto do ano passado, usando quatro caças Eurofighter Typhoon, substituindo o pessoal da Grã-Bretanha com quatro caças do mesmo modelo. Nos últimos tempos os voos de treinamento têm sido realizados semanalmente.

Os voos estão sendo efetuados segundo os acordos entre os países da OTAN em zonas especialmente reservadas. Tais zonas para voos em altitudes baixas foram destacadas por todos os governos dos Países Bálticos.

Os Países Bálticos não possuem aviões capazes de patrulhar o espaço aéreo. Por isso, desde abril de 2004 (depois da sua adesão à OTAN) os países da Aliança Atlântica protegem o espaço aéreo destes países em regime rotativo. A sua base localiza-se na Lituânia, no aeródromo de Zoknyai, a cinco quilômetros de Siauliai e também na base aérea de Amari, que desde 2014 é uma base adicional para estacionamento de aviões da OTAN. A missão foi prolongada por um período indeterminado na cúpula da OTAN de 2012, em Chicago.


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