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EUA confirmam linha estratégica de 'desmembramento da Síria', diz analista

Os EUA declararam que não querem restaurar as regiões na Síria que estão sob o controle de Damasco. O especialista Vladimir Fitin explica na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik o que busca Washington.
Sputnik

Os EUA não querem ajudar na reconstrução das regiões na Síria que ficam sob o controle do presidente sírio Bashar Assad, declarou um alto funcionário dos EUA após o primeiro dia do encontro dos ministros das Relações Exteriores do G7.


Em janeiro, o Departamento de Estado dos EUA afirmou que Washington não iria ajudar a Rússia, o Irã e Damasco oficial na restauração do país, enquanto a "transformação política" da Síria não se realizasse. Segundo declarou o assistente adjunto do secretário de Estado dos EUA para o Médio Oriente, David Satterfield, a condição da ajuda é a reforma constitucional e eleições sob os auspícios da ONU.

O analista do Instituto dos Estudos Estratégicos da Rússia, Vladimir Fitin, na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik comentou a decla…

Coalizão liderada pelos EUA atinge posto do Daesh com morteiro em Mossul

Morteiros foram direcionados para duas escolas vazias usadas como base de ataques terroristas.


Sputnik


A coalizão liderada pelos Estados Unidos atingiu bases do Daesh (mais conhecido como Estado Islâmico, grupo terrorista proibido na Rússia e em vários outros países) na cidade de Mossul, no Iraque, informou o Pentágono neste domingo. 

An Iraqi security member stands guard as Iraqi Christians attend a Christmas Eve service at the Saint John's church (Mar Yohanna church) in the town of Qaraqosh (also known as Hamdaniya), 30 kms east of Mosul, on December 25, 2016
Soldado iraquiano próximo a Mossul © AFP 2016/ SAFIN HAMED

De acordo com o comunicado, ataques de artilharia direcionaram um morteiro a dois edifícios escolares vazios que vinham sido usados pelos jihadistas para atacar forças de segurança iraquianas. 

"Enquanto a Coalizão toma um esforço extraordinário para proteger civis e atingir alvos militares apropriados, continuaremos a atacar a ISIL (Daesh) onde e quando a vida de nosso parceiro estiver em perigo de acordo com a Lei de Conflitos Armados", diz o comunicado. 

Como escolas, hospitais e mesquitas são protegidas pelo direito internacional, a coalizão informou que não havia civis nas áreas e foram causados "danos mínimos" nos edifícios atacados.


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