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Argentina concorda em construir bases norte-americanas em seu território

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, aprovou a construção no país de várias bases militares dos EUA, informou no sábado (21) o portal mexicano Aristegui Noticias com referência a fontes informadas.
Sputnik

De acordo com o portal, trata-se de ao mínimo três bases militares a serem construídas nas províncias de Neuquén (onde fica a jazida de gás de xisto Vaca Muerta), Misiones e Tierra del Fuego, de onde se pode controlar a Antártida.

A sua criação deve ser financiada pelo Comando Sul dos EUA. Um dos principais adeptos da criação de bases seria a ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich.

Além disso, nota o portal mexicano, a ministra elogiou a chegada ao país de instrutores americanos que efetuam a preparação dos policiais argentinos antes da cúpula do G20 em novembro. Isso viola as atuais leis argentinas, porque é necessário obter a autorização do Congresso para tais ações, algo que não foi feito.

Em até 30 dias, Trump quer plano para derrotar Estado Islâmico

Presidente americano assinou ordem executiva com instruções para que o Pentágono apresente estratégia contra o grupo terrorista


Veja

Em seu agitado sábado, com direito a decreto contra imigrantes muçulmanos e telefonemas para diversos líderes mundiais, o presidente americano Donald Trump assinou uma ordem executiva com instruções para que o Pentágono apresente, em até 30 dias, uma estratégia para derrotar o grupo terrorista Estado Islâmico (EI). 

Presidente dos EUA, Donald Trump
Presidente dos EUA, Donald Trump, em cerimônia no Pentágono, em Washington (Carlos Baria/Reuters)

“Esse é o plano para derrotar o Estado Islâmico no Iraque e na Síria. Acredito que será muito bem-sucedido”, afirmou Trump enquanto assinava o decreto no Salão Oval, acompanhado do vice-presidente, Mike Pence, entre outros integrantes do governo.

Trump assinou o documento um dia após ter emitido outra ordem, a fim de “proteger o país da entrada de terroristas estrangeiros”, no qual suspendeu a entrada de cidadãos vindos de sete países com histórico de terrorismo – Líbia, Sudão, Somália, Síria, Iraque, Iêmen e Irã -, até mesmo os que possuem “green card”.

“Queremos garantir que não admitiremos no país a mesma ameaça que nossos soldados combatem no exterior. Só queremos admitir aqueles que apoiam nosso país e amam profundamente o nosso povo”, afirmou Trump nesta sexta-feira.

O magnata também assinou neste sábado uma ordem para reorganizar o Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, utilizado pelo presidente para abordar assuntos de segurança nacional e política externa com assessores e integrantes de seu gabinete.

Putin, o aliado

Donald Trump telefonou para vários líderes mundiais neste sábado, incluindo o presidente russo Vladimir Putin. O Kremlin divulgou o teor da conversa e informou que os dois concordaram em “estabelecer coordenação real de ações para combater o Estado Islâmico e outros grupos terroristas na Síria.”

O Kremlin afirma que os dois líderes vão manter “contato pessoal regularmente” e começar preparações para um encontro presencial. Putin ainda afirmou que “vê os Estados Unidos como o mais importante parceiro no combate ao terrorismo internacional”, segundo o comunicado. Os dois líderes, acrescenta, concordaram em priorizar “esforços conjuntos em combater a principal ameaça: o terrorismo internacional”.


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