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Brasil comemora 20 anos do fim do conflito entre Peru e Equador

O Brasil irá comemorar nesta terça-feira os 20 anos do fim dos conflitos na fronteira entre Peru e Equador, que se prolongaram por quase 170 anos e que causaram várias guerras, tensões e enfrentamentos entre ambos os países.
EFE

Brasília - O Acordo Global e Definitivo de Paz entre Equador e Peru foi assinado em 26 de outubro de 1998 em Brasília, que voltará a ser palco de um encontro entre representantes dessas duas nações, mas agora para reafirmar "o valor e a eficácia da diplomacia e da solução pacífica de controvérsias", diz o comunicado do Ministério das Relações Exteriores.

A cerimônia contará com a participação do equatoriano José Ayala Lasso e do peruano Fernando de Trazegnies Granda, que eram os chanceleres de seus países na ocasião da assinatura e tiveram participação ativa nas negociações, e será presidido pelo ministro das Relações Exteriores Aloysio Nunes.

Segundo a nota oficial, a comemoração "também evidencia, uma vez mais, a capacidade regional de responder e…

Exército dos EUA na Polônia divide perigosamente a sociedade (video)

Não obstante a primeira-ministra da Polônia Beata Szydlo saudar o envio de tropas dos EUA para o seu país, a sociedade se dividiu em relação a essa presença militar.


Sputnik


O governo polonês parece estar negligenciando a opinião pública. Os destacamentos do exército norte-americano desembarcados na Europa já chegaram à Polônia. A primeira-ministra polonesa saudou as tropas dos EUA no país. Mas tal ponto de vista não é compartilhado por todos. 

Tanques dos EUA chegando a Polônia

"O modo como os militares norte-americanos foram saudados pode ser considerado como um sinal de vassalagem ou de inquietação das elites políticas polonesas. <…> Acho que isto é devido a um sentimento subconsciente de que nem toda a sociedade concorda com a decisão tomada", disse o porta-voz do reitor da Escola Politécnica de Varsóvia, Janusz Niedzwiedzki, em entrevista à Sputnik Polônia.

De acordo com ele, segundo uma sondagem realizada no início de janeiro, mais de 36% dos respondentes consideram que a presença do exército dos EUA não reforça a segurança do país.

"Infelizmente, nos últimos tempos, o lobby dos falcões de Washington está ganhando força na Polônia. São pessoas que, de um lado, admiram patologicamente a presença militar e as batalhas e, de outro lado, são caracterizadas por uma russofobia primária. Tal combinação contribui para a formação da visão de um conflito, que segundo eles, irá acontecer cedo ou tarde", declarou o representante da Escola. 

De acordo com Niedzwiedzki, na verdade a Polônia não se interessa pelos conflitos geopolíticos ou pelos problemas do passado. Entretanto, estamos perante o deslocamento de material bélico estrangeiro para perto das fronteiras com a Rússia, o que escala consideravelmente a situação na região.



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