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Turquia adverte exército sírio contra entrada em Manbij

O comunicado foi divulgado poucos dias depois de pelo menos quatro soldados americanos terem sido mortos em um atentado suicida na cidade de Manbij, no norte da Síria, cuja responsabilidade foi assumida pelo Daesh (grupo terrorista proibido em Rússia e em vários outros países).
Sputnik

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores turco, Hami Aksoy, alertou as Forças Armadas do governo sírio para que não tentassem entrar na cidade de Manbij, localizada no norte da Síria.


"Às Unidades de Proteção Popular curdas na Síria (YPG) não deveria ser permitido deixar que as forças do regime [do presidente sírio Bashar Assad] entrem em Manbij", disse Aksoy em uma entrevista coletiva na sexta-feira (18). Ele também destacou que "a retirada das tropas norte-americanas da Síria não deveria ajudar os terroristas das YPG e do Partido de União Democrática curdo (PYD)".

As declarações foram feitas depois que nesta quarta-feira (16) na cidade síria de Manbij ocorreu uma explosão em u…

Exército dos EUA na Polônia divide perigosamente a sociedade (video)

Não obstante a primeira-ministra da Polônia Beata Szydlo saudar o envio de tropas dos EUA para o seu país, a sociedade se dividiu em relação a essa presença militar.


Sputnik


O governo polonês parece estar negligenciando a opinião pública. Os destacamentos do exército norte-americano desembarcados na Europa já chegaram à Polônia. A primeira-ministra polonesa saudou as tropas dos EUA no país. Mas tal ponto de vista não é compartilhado por todos. 

Tanques dos EUA chegando a Polônia

"O modo como os militares norte-americanos foram saudados pode ser considerado como um sinal de vassalagem ou de inquietação das elites políticas polonesas. <…> Acho que isto é devido a um sentimento subconsciente de que nem toda a sociedade concorda com a decisão tomada", disse o porta-voz do reitor da Escola Politécnica de Varsóvia, Janusz Niedzwiedzki, em entrevista à Sputnik Polônia.

De acordo com ele, segundo uma sondagem realizada no início de janeiro, mais de 36% dos respondentes consideram que a presença do exército dos EUA não reforça a segurança do país.

"Infelizmente, nos últimos tempos, o lobby dos falcões de Washington está ganhando força na Polônia. São pessoas que, de um lado, admiram patologicamente a presença militar e as batalhas e, de outro lado, são caracterizadas por uma russofobia primária. Tal combinação contribui para a formação da visão de um conflito, que segundo eles, irá acontecer cedo ou tarde", declarou o representante da Escola. 

De acordo com Niedzwiedzki, na verdade a Polônia não se interessa pelos conflitos geopolíticos ou pelos problemas do passado. Entretanto, estamos perante o deslocamento de material bélico estrangeiro para perto das fronteiras com a Rússia, o que escala consideravelmente a situação na região.



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