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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Exército dos EUA na Polônia divide perigosamente a sociedade (video)

Não obstante a primeira-ministra da Polônia Beata Szydlo saudar o envio de tropas dos EUA para o seu país, a sociedade se dividiu em relação a essa presença militar.


Sputnik


O governo polonês parece estar negligenciando a opinião pública. Os destacamentos do exército norte-americano desembarcados na Europa já chegaram à Polônia. A primeira-ministra polonesa saudou as tropas dos EUA no país. Mas tal ponto de vista não é compartilhado por todos. 

Tanques dos EUA chegando a Polônia

"O modo como os militares norte-americanos foram saudados pode ser considerado como um sinal de vassalagem ou de inquietação das elites políticas polonesas. <…> Acho que isto é devido a um sentimento subconsciente de que nem toda a sociedade concorda com a decisão tomada", disse o porta-voz do reitor da Escola Politécnica de Varsóvia, Janusz Niedzwiedzki, em entrevista à Sputnik Polônia.

De acordo com ele, segundo uma sondagem realizada no início de janeiro, mais de 36% dos respondentes consideram que a presença do exército dos EUA não reforça a segurança do país.

"Infelizmente, nos últimos tempos, o lobby dos falcões de Washington está ganhando força na Polônia. São pessoas que, de um lado, admiram patologicamente a presença militar e as batalhas e, de outro lado, são caracterizadas por uma russofobia primária. Tal combinação contribui para a formação da visão de um conflito, que segundo eles, irá acontecer cedo ou tarde", declarou o representante da Escola. 

De acordo com Niedzwiedzki, na verdade a Polônia não se interessa pelos conflitos geopolíticos ou pelos problemas do passado. Entretanto, estamos perante o deslocamento de material bélico estrangeiro para perto das fronteiras com a Rússia, o que escala consideravelmente a situação na região.



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