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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Governo brasileiro elogia início de cessar-fogo na Síria

Bashar al-Assad e sete grupos rebeldes declararam trégua ontem


Diário do Poder

O Itamaraty comemorou a notícia de trégua nacional na Síria anunciada nessa quinta-feira (29) pelos governos da Rússia e da Turquia. Por meio de uma nota à imprensa, o Ministério das Relações Exteriores afirmou que o governo brasileiro recebeu “com satisfação” o anúncio e apelou para que as partes se comprometam em manter a trégua e evitem atos que possam “escalar os níveis de violência no país”.


O governo brasileiro elogiou também a resolução relativa ao cessar-fogo adotada hoje (31) pelo Conselho de Segurança da ONU (Foto: Civil Defense Idlib)

Ontem (30), o cessar-fogo entre o presidente Bashar al-Assad e sete grupos rebeldes começou a vigorar, apesar do registro de alguns confrontos em pontos isolados.

O governo brasileiro elogiou também a resolução relativa ao cessar-fogo adotada hoje (31) pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas e o respaldo que ela oferece aos esforços em curso.

“O governo brasileiro tem a convicção de que somente o diálogo inclusivo levará a uma solução definitiva para o conflito no país, que já dura mais de cinco anos. O Brasil reitera seu compromisso com a independência, soberania e integridade territorial da Síria e saúda a proposta de retomada das negociações entre as partes dentro de um mês, em Astana, no Cazaquistão”, informou o Itamaraty. (ABr)



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