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Análise: presidente ucraniano mata sua indústria ao introduzir novas sanções contra Rússia

O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, assinou um decreto sobre as sanções contra a Rússia adotadas pelo Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia. O especialista Eduard Popov falou com a Sputnik e indicou qual o principal objetivo perseguido pelo governo ucraniano com tal iniciativa.
Sputnik

Em 2 de maio, o Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia ampliou as medidas restritivas em relação a diversas pessoas físicas e jurídicas russas, bem como prolongou a vigência das sanções introduzidas anteriormente.

Segundo informou a assessoria de imprensa da entidade, as sanções são aplicadas a pessoas "relacionadas com a agressão no ciberespaço e no campo informacional" contra a Ucrânia, "ações criminosas" contra os cidadãos ucranianos detidos na Rússia, bem como aos deputados da Duma de Estado e do Conselho da Federação da Rússia.

O diretor do Centro de Cooperação Pública e Informativa "Europa", Eduardo Popov, disse ao serviço russo da Rádio Sp…

Governo brasileiro elogia início de cessar-fogo na Síria

Bashar al-Assad e sete grupos rebeldes declararam trégua ontem


Diário do Poder

O Itamaraty comemorou a notícia de trégua nacional na Síria anunciada nessa quinta-feira (29) pelos governos da Rússia e da Turquia. Por meio de uma nota à imprensa, o Ministério das Relações Exteriores afirmou que o governo brasileiro recebeu “com satisfação” o anúncio e apelou para que as partes se comprometam em manter a trégua e evitem atos que possam “escalar os níveis de violência no país”.


O governo brasileiro elogiou também a resolução relativa ao cessar-fogo adotada hoje (31) pelo Conselho de Segurança da ONU (Foto: Civil Defense Idlib)

Ontem (30), o cessar-fogo entre o presidente Bashar al-Assad e sete grupos rebeldes começou a vigorar, apesar do registro de alguns confrontos em pontos isolados.

O governo brasileiro elogiou também a resolução relativa ao cessar-fogo adotada hoje (31) pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas e o respaldo que ela oferece aos esforços em curso.

“O governo brasileiro tem a convicção de que somente o diálogo inclusivo levará a uma solução definitiva para o conflito no país, que já dura mais de cinco anos. O Brasil reitera seu compromisso com a independência, soberania e integridade territorial da Síria e saúda a proposta de retomada das negociações entre as partes dentro de um mês, em Astana, no Cazaquistão”, informou o Itamaraty. (ABr)



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