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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Irã testa míssil balístico e Israel pede mais sanções aos EUA

Último teste do tipo feito por Teerã ocorreu em julho, quando o acordo nuclear com Washington já estava em vigor


O Estado de SP

TEERÃ - O Irã fez um teste de lançamento de um míssil balístico de médio alcance no domingo e o artefato explodiu a mais de mil quilômetros do local do disparo, disse uma autoridade dos Estados Unidos nesta segunda-feira. 



Donald Trump durante encontro em Nova York com primeiro-ministro Benjamin Netanyahu em setembro de 2016
Donald Trump durante encontro em Nova York com primeiro-ministro Benjamin Netanyahu em setembro de 2016 | Foto: Kobi Gideon/Government Press Office/Reuters

A autoridade, que falou sob a condição de não ter seu nome revelado, disse que o teste foi realizado em um local perto de Semnan. A fonte disse ainda que a última vez que o Irã havia realizado um teste deste tipo havia sido em julho.

Após a confirmação do teste, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou nesta segunda-feira que proporá ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que renove as sanções contra o Irã.

“A agressão iraniana não deve ficar sem resposta”, escreveu Netanyahu em suas contas no Twitter e no Facebook, dando como certo que o Irã disparou mísseis que “constituem uma violação flagrante da resolução do Conselho de Segurança”.

O premiê israelense antecipou que na próxima reunião com o presidente americano, prevista para este mês de fevereiro, tem a intenção de pôr sobre a mesa novas sanções contra o Irã. A resolução 2231 da ONU proíbe o Irã de realizar testes com mísseis com capacidade nuclear.

O teste foi feito dois dias depois de o governo Trump ter banido cidadãos iranianos de entrar nos Estados Unidos - entre eles portadores de visto permanente. No sábado, o governo do Irã divulgou um comunicado criticando a decisão e prometendo adotar o princípio de reciprocidade contra cidadãos americanos.

O lançamento do teste ocorre um ano e meio depois de os Estados Unidos e o Irã, ainda na presidência de Barack Obama, terem fechado um acordo para por fim ao programa nuclear do país. Trump tem dito que pretende rever alguns pontos desse acordo, enquanto Netanyahu - que vê o Irã como uma ameaça - quer anulá-lo.


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