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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Iraque prepara ofensiva no oeste de Mossul, diz comandante

Cidade é a 2ª mais importante do país e o principal reduto do Estado Islâmico no Iraque. Grupo terrorista comanda Mossul desde 2014, mas sofre ofensiva desde outubro.


Reuters


As forças iraquianas começaram a preparar uma ofensiva para capturar o lado ocidental de Mossul, área que ainda é controlada pelo Estado Islâmico (EI), afirmou o tenente-general Abdul Ameer Rasheed Yarallah, comandante da operação. 

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Peshmergas a caminho de Mossul, Iraque © REUTERS/ Azad Lashkari

"Estamos preparando uma operação nos próximos dois, três dias para apoiar a operação de retomar a margem direita [da cidade]", que fica no lado ocidental do rio Tigres, afirmou o militar a uma TV local nesta terça-feira (24).

A ofensiva para recuperar a segunda cidade mais importante do Iraque e principal reduto do Estado Islâmico no país começou em 17 de outubro. Mossul é simbólica para o grupo terrorista porque foi nela que seu líder, Abub Bakr al Baghdadi, proclamou a instauração de um califado em junho de 2014.

A ofensiva é feita pela Mobilização Popular, uma coalizão de grupos xiitas predominantemente treinados no Irã que foi formada em 2014 para enfrentar o EI e tornou-se oficialmente parte das forças armadas iraquianas no ano passado.

Autoridades iraquianas anunciaram na segunda-feira (23) que o lado oriental da cidade, localizada no norte do Iraque, foi retomado do grupo terrorista após quase 100 dias de combates.

A região norte do país é rica em poços de petróleo e a venda do produto se tornou uma importante fonte de rendas para o grupo terrorista. A cidade fica perto da fronteira com a Turquia e tem uma posição estratégica para o comércio local.

Para o governo iraquiano, a tomada de Mossul seria uma demonstração de força e de credibilidade. O exército iraquiano já retomou outras cidades importantes do grupo, como Tikrit (em abril de 2015), Ramadi (em dezembro de 2015) e Fallujah (em junho de 2016).

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