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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Militarização total: Polônia acorda com França construir submarinos em seu território (video)

Memorando de conformidade que prevê a construção conjunta de submarinos na Polônia foi assinado pelas empresas militares PGZ polaca e DCNS francesa.


Sputnik

O documento que foi assinado nesta semana pela empresa estatal militar polaca PGZ e pela empresa francesa de construção de navios de guerra DCNS possui plano de cooperação e construção de submarinos nos estaleiros polacos. 


Submarino francês Scorpene
Submarino francês Scorpene

Mais anteriormente, Varsóvia anunciou intenção de gastar 15 bilhões de dólares na compra de equipamentos militares, incluindo três submarinos, sistemas de defesa aérea, helicópteros e um "número considerável" de aviões F-16, comunicou a Reuters.

"Sem dúvidas, constata-se o melhoramento das relações bilaterais", reforçou o analista militar francês Christian Vallar à Sputnik França ao falar sobre o contrato de fornecimento de helicópteros Caracal e problemas com venda de submarinos da classe Scorpéne.

"O valor é considerável, claro. Além disso, Polônia é um dos poucos países que desloca 2% do PIB para despesas com defesa, coisa essa proposta pela OTAN. É muito se comparado ao de outros países da Europa, mas não é muito em relação ao objetivo estabelecido pela OTAN", analisou Vallar.

Analista não excluiu que o acordo atual pode ser considerado como meio de intensificar as posições da OTAN.

"Podemos ver 2 aspetos relacionados ao acordo. Primeiro aspecto permite à França vender seu equipamento militar, enquanto o outro aspecto refere-se à intensificação das posições da OTAN", acrescentou Vallar.

Entretanto, o Ministério da Defesa da Polônia comunicou na semana passada que cerca de mil soldados e unidades técnicas dos EUA desembarcaram no território polonês.

A presença militar faz parte da operação Atlantic Resolve (Resolução Atlântica), iniciada pelo exército dos EUA em abril de 2014.




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