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Militares dos EUA prometem responder a possível ataque turco contra cidade síria de Manbij

Os militares norte-americanos prometeram responder a qualquer ataque contra a cidade síria de Manbij à luz de uma possível operação turca na área, afirmou o comandante do Conselho Militar de Manbij, que faz parte das Forças Democráticas da Síria (FDS), Ebu Adil.
Sputnik

Em entrevista à Sputnik Turquia, Ebu Adil comentou a resposta dos EUA às preocupações expressas pelos representantes do Conselho Militar de Manbij devido a um possível ataque contra a cidade síria por parte de Ancara.


"Há dois anos, em conjunto com as forças da coalizão liderada pelos EUA, nós limpamos Manbij do Daesh [organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países]. Desde então, na cidade se encontram forças da coalizão. Algum tempo atrás, nós falamos com os militares norte-americanos sobre um possível ataque da Turquia contra Manbij. Os militares dos EUA prometeram responder a qualquer ataque contra a cidade, de onde quer que ele provenha", afirmou o comandante do conselho.

Além disso, ele …

Militarização total: Polônia acorda com França construir submarinos em seu território (video)

Memorando de conformidade que prevê a construção conjunta de submarinos na Polônia foi assinado pelas empresas militares PGZ polaca e DCNS francesa.


Sputnik

O documento que foi assinado nesta semana pela empresa estatal militar polaca PGZ e pela empresa francesa de construção de navios de guerra DCNS possui plano de cooperação e construção de submarinos nos estaleiros polacos. 


Submarino francês Scorpene
Submarino francês Scorpene

Mais anteriormente, Varsóvia anunciou intenção de gastar 15 bilhões de dólares na compra de equipamentos militares, incluindo três submarinos, sistemas de defesa aérea, helicópteros e um "número considerável" de aviões F-16, comunicou a Reuters.

"Sem dúvidas, constata-se o melhoramento das relações bilaterais", reforçou o analista militar francês Christian Vallar à Sputnik França ao falar sobre o contrato de fornecimento de helicópteros Caracal e problemas com venda de submarinos da classe Scorpéne.

"O valor é considerável, claro. Além disso, Polônia é um dos poucos países que desloca 2% do PIB para despesas com defesa, coisa essa proposta pela OTAN. É muito se comparado ao de outros países da Europa, mas não é muito em relação ao objetivo estabelecido pela OTAN", analisou Vallar.

Analista não excluiu que o acordo atual pode ser considerado como meio de intensificar as posições da OTAN.

"Podemos ver 2 aspetos relacionados ao acordo. Primeiro aspecto permite à França vender seu equipamento militar, enquanto o outro aspecto refere-se à intensificação das posições da OTAN", acrescentou Vallar.

Entretanto, o Ministério da Defesa da Polônia comunicou na semana passada que cerca de mil soldados e unidades técnicas dos EUA desembarcaram no território polonês.

A presença militar faz parte da operação Atlantic Resolve (Resolução Atlântica), iniciada pelo exército dos EUA em abril de 2014.




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