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Especialistas: aumenta o risco de guerra entre os EUA, a Rússia e a China

O desenvolvimento de novos tipos de armas nucleares de "baixa potência" aumenta o risco de uma guerra entre os EUA, a Rússia e a China, segundo especialistas consultados por Newsweek.
Sputnik

O Pentágono está desenvolvendo dois novos tipos de armas nucleares, para acompanhar os progressos da Rússia e da China nesse terreno. Os especialistas tiveram acesso às minutas do projeto de doutrina nuclear norte-americana, que acusa Moscou e Pequim de ampliar as suas capacidades nucleares. 


Esse documento afirma a necessidade de "desenvolver e incorporar novos meios de contenção e de defesa dos objetivos, quando a contenção não funciona".

Entre outras medidas, o projeto revela a intenção de desenvolver ogivas nucleares de baixa potência para mísseis Trident, utilizados por submarinos da classe Ohio. Além disso, o departamento de Defesa dos EUA planeja desenvolver um míssil nuclear de baixa potência para suas bases marítimas.

O Pentágono considera o atual arsenal nuclear a disposi…

Militarização total: Polônia acorda com França construir submarinos em seu território (video)

Memorando de conformidade que prevê a construção conjunta de submarinos na Polônia foi assinado pelas empresas militares PGZ polaca e DCNS francesa.


Sputnik

O documento que foi assinado nesta semana pela empresa estatal militar polaca PGZ e pela empresa francesa de construção de navios de guerra DCNS possui plano de cooperação e construção de submarinos nos estaleiros polacos. 


Submarino francês Scorpene
Submarino francês Scorpene

Mais anteriormente, Varsóvia anunciou intenção de gastar 15 bilhões de dólares na compra de equipamentos militares, incluindo três submarinos, sistemas de defesa aérea, helicópteros e um "número considerável" de aviões F-16, comunicou a Reuters.

"Sem dúvidas, constata-se o melhoramento das relações bilaterais", reforçou o analista militar francês Christian Vallar à Sputnik França ao falar sobre o contrato de fornecimento de helicópteros Caracal e problemas com venda de submarinos da classe Scorpéne.

"O valor é considerável, claro. Além disso, Polônia é um dos poucos países que desloca 2% do PIB para despesas com defesa, coisa essa proposta pela OTAN. É muito se comparado ao de outros países da Europa, mas não é muito em relação ao objetivo estabelecido pela OTAN", analisou Vallar.

Analista não excluiu que o acordo atual pode ser considerado como meio de intensificar as posições da OTAN.

"Podemos ver 2 aspetos relacionados ao acordo. Primeiro aspecto permite à França vender seu equipamento militar, enquanto o outro aspecto refere-se à intensificação das posições da OTAN", acrescentou Vallar.

Entretanto, o Ministério da Defesa da Polônia comunicou na semana passada que cerca de mil soldados e unidades técnicas dos EUA desembarcaram no território polonês.

A presença militar faz parte da operação Atlantic Resolve (Resolução Atlântica), iniciada pelo exército dos EUA em abril de 2014.




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