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Especialistas: aumenta o risco de guerra entre os EUA, a Rússia e a China

O desenvolvimento de novos tipos de armas nucleares de "baixa potência" aumenta o risco de uma guerra entre os EUA, a Rússia e a China, segundo especialistas consultados por Newsweek.
Sputnik

O Pentágono está desenvolvendo dois novos tipos de armas nucleares, para acompanhar os progressos da Rússia e da China nesse terreno. Os especialistas tiveram acesso às minutas do projeto de doutrina nuclear norte-americana, que acusa Moscou e Pequim de ampliar as suas capacidades nucleares. 


Esse documento afirma a necessidade de "desenvolver e incorporar novos meios de contenção e de defesa dos objetivos, quando a contenção não funciona".

Entre outras medidas, o projeto revela a intenção de desenvolver ogivas nucleares de baixa potência para mísseis Trident, utilizados por submarinos da classe Ohio. Além disso, o departamento de Defesa dos EUA planeja desenvolver um míssil nuclear de baixa potência para suas bases marítimas.

O Pentágono considera o atual arsenal nuclear a disposi…

Obama afirma que influência de Moscou e Pequim nunca se comparará com a de Washington

O presidente dos EUA, Barack Obama, no seu último discurso chamou a Rússia e a China de adversários de Washington. 


Sputnik

Contudo, a influência de Moscou e Pequim no palco internacional nunca se comparará com a de Washington. 

Barack Obama durante seu último discurso no cargo presidencial no Palácio de McCormick em Chicago, 11 de janeiro de 2017
Barack Obama, presidente dos EUA © REUTERS/ JOHN GRESS

"Adversários, tais como a Rússia e a China, não poderão se comparar com a nossa influência no mundo, se nós não abdicarmos do que estamos defendendo e não nos tornarmos em apenas mais um grande país que briga com os países vizinhos menores", disse Obama discursando em Chicago. 

Ele também advertiu que os valores democráticos não devem se tornar mais fracos nos EUA e no resto do mundo. De acordo com Obama isto pode provocar guerras civis e mundiais.

Para além disso, ele declarou que a ordem mundial está sendo ameaçada pelos fanáticos islamistas e ditadores que governam em alguns países. Como acredita Obama, estas ameaças são mais perigosas para os EUA do que "um carro-bomba ou um míssil".

No seu último discurso Obama também expressou o desejo de que o Daesh (grupo terrorista, proibido na Rússia) seja derrotado. 

"Ninguém que ameace os EUA estará em segurança", acrescentou o presidente americano. 

Barack Obama deixará o cargo presidencial em 20 de janeiro. O novo presidente dos EUA será o republicano Donald Trump.


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