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Putin passa para Trump a responsabilidade de resolver conflito na Síria

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, passou a bola para que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, seja o responsável por resolver o conflito na Síria.
EFE

Helsinque - Em entrevista coletiva conjunta realizada nesta segunda-feira, em Helsinque, após a primeira cúpula entre os dois líderes, Putin também deu para Trump uma bola oficial da Copa do Mundo.

"No que se refere ao fato de a bola da Síria estar no nosso telhado, senhor presidente, o senhor acaba de dizer que organizamos com sucesso o Mundial de Futebol. Portanto, quero agora entregar esta bola. Agora, a bola está do seu lado", disse Putin.

O presidente russo fazia uma referência a uma frase do secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, que havia afirmado que a bola para resolver o conflito na Síria estava no telhado do Kremlin.

Trump agradeceu pelo presente e disse estar confiante de que EUA, México e Canadá organizarão em 2026 uma Copa do Mundo tão bem-sucedida como a da Rússia.

Na sequência, o presidente americ…

Obama afirma que influência de Moscou e Pequim nunca se comparará com a de Washington

O presidente dos EUA, Barack Obama, no seu último discurso chamou a Rússia e a China de adversários de Washington. 


Sputnik

Contudo, a influência de Moscou e Pequim no palco internacional nunca se comparará com a de Washington. 

Barack Obama durante seu último discurso no cargo presidencial no Palácio de McCormick em Chicago, 11 de janeiro de 2017
Barack Obama, presidente dos EUA © REUTERS/ JOHN GRESS

"Adversários, tais como a Rússia e a China, não poderão se comparar com a nossa influência no mundo, se nós não abdicarmos do que estamos defendendo e não nos tornarmos em apenas mais um grande país que briga com os países vizinhos menores", disse Obama discursando em Chicago. 

Ele também advertiu que os valores democráticos não devem se tornar mais fracos nos EUA e no resto do mundo. De acordo com Obama isto pode provocar guerras civis e mundiais.

Para além disso, ele declarou que a ordem mundial está sendo ameaçada pelos fanáticos islamistas e ditadores que governam em alguns países. Como acredita Obama, estas ameaças são mais perigosas para os EUA do que "um carro-bomba ou um míssil".

No seu último discurso Obama também expressou o desejo de que o Daesh (grupo terrorista, proibido na Rússia) seja derrotado. 

"Ninguém que ameace os EUA estará em segurança", acrescentou o presidente americano. 

Barack Obama deixará o cargo presidencial em 20 de janeiro. O novo presidente dos EUA será o republicano Donald Trump.


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