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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

Rússia desmente pretender criar bases militares na Líbia

A Rússia não está conduzindo negociações com vista a criar bases militares na Líbia, disse Viktor Ozerov, chefe da Comissão de Defesa do Conselho da Federação Russa.


Sputnik


Anteriormente, no artigo denominado "Será a Líbia uma segunda Síria?", o jornal suíço Neu Zuercher Zeitung tinha citado a mídia italiana e do Golfo Pérsico dizendo que o comandante supremo líbio Khalifa Haftar teria assinado um acordo sobre planos de Moscou de criar bases nas cidades de Tobruk e Benghazi durante sua visita ao porta-aviões russo Admiral Kuznetsov.

Marinheiros do cruzador de mísseis pesado russo Pyotr Veliky durante a estadia do navio no porto de Tartus, Síria (foto de arquivo)
Marinheiros do cruzador Pyotr Veliky © Sputnik/ Grigory Sysoev

"Não realizamos tais conversações", disse Ozerov à Sputnik.

Ao mesmo tempo, o senador russo destacou que a base de Tartus na Síria é um exemplo da cooperação militar "destinada não contra alguém, mas para o bem de alguém".

"A Marinha russa pode desempenhar um papel pacificador no Mediterrâneo, as bases podem ser usadas para combater os piratas, proteger as fronteiras", afirmou Viktor Ozerov.


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