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Especialistas: aumenta o risco de guerra entre os EUA, a Rússia e a China

O desenvolvimento de novos tipos de armas nucleares de "baixa potência" aumenta o risco de uma guerra entre os EUA, a Rússia e a China, segundo especialistas consultados por Newsweek.
Sputnik

O Pentágono está desenvolvendo dois novos tipos de armas nucleares, para acompanhar os progressos da Rússia e da China nesse terreno. Os especialistas tiveram acesso às minutas do projeto de doutrina nuclear norte-americana, que acusa Moscou e Pequim de ampliar as suas capacidades nucleares. 


Esse documento afirma a necessidade de "desenvolver e incorporar novos meios de contenção e de defesa dos objetivos, quando a contenção não funciona".

Entre outras medidas, o projeto revela a intenção de desenvolver ogivas nucleares de baixa potência para mísseis Trident, utilizados por submarinos da classe Ohio. Além disso, o departamento de Defesa dos EUA planeja desenvolver um míssil nuclear de baixa potência para suas bases marítimas.

O Pentágono considera o atual arsenal nuclear a disposi…

Rússia desmente pretender criar bases militares na Líbia

A Rússia não está conduzindo negociações com vista a criar bases militares na Líbia, disse Viktor Ozerov, chefe da Comissão de Defesa do Conselho da Federação Russa.


Sputnik


Anteriormente, no artigo denominado "Será a Líbia uma segunda Síria?", o jornal suíço Neu Zuercher Zeitung tinha citado a mídia italiana e do Golfo Pérsico dizendo que o comandante supremo líbio Khalifa Haftar teria assinado um acordo sobre planos de Moscou de criar bases nas cidades de Tobruk e Benghazi durante sua visita ao porta-aviões russo Admiral Kuznetsov.

Marinheiros do cruzador de mísseis pesado russo Pyotr Veliky durante a estadia do navio no porto de Tartus, Síria (foto de arquivo)
Marinheiros do cruzador Pyotr Veliky © Sputnik/ Grigory Sysoev

"Não realizamos tais conversações", disse Ozerov à Sputnik.

Ao mesmo tempo, o senador russo destacou que a base de Tartus na Síria é um exemplo da cooperação militar "destinada não contra alguém, mas para o bem de alguém".

"A Marinha russa pode desempenhar um papel pacificador no Mediterrâneo, as bases podem ser usadas para combater os piratas, proteger as fronteiras", afirmou Viktor Ozerov.


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