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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
Sputnik

Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Testes de mísseis de longo alcance estão em 'fase final', diz Kim Jong-un

Última vez que a Coreia do Norte lançou míssil destas características foi em fevereiro.


EFE


O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, disse neste domingo (1º) em sua mensagem de Ano Novo que os testes com mísseis de alcance intercontinental estão em "fase final" de desenvolvimento, o que indica que o país poderia experimentar em breve um destes projéteis. 

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Kim Jong-un

A última vez que a Coreia do Norte lançou um míssil destas características foi em 7 de fevereiro, ação ligada a um teste nuclear realizado um mês antes que culminou em pesadas sanções da ONU ao país.

Recentemente, as Nações Unidas aprovaram novas medidas contra a Coreia do Norte devido a outro teste atômico, feito em setembro.

Especialistas consideram "muito provável" que o regime de Kim Jong-un realize novos testes no começo deste ano para potencializar o desenvolvimento de seu programa de mísseis e armas nucleares.

Em sua tradicional mensagem de Ano Novo, transmitida pela emissora de televisão estatal "KCTV", Kim também afirmou que o país "aumentará" suas capacidades militares se os Estados Unidos não terminarem os exercícios militares que são realizados anualmente com as tropas da Coreia do Sul.

Pyongyang permanece tecnicamente em guerra contra Seul e Washington, já que a Guerra da Coreia, ocorrida entre 1950 e 1953, terminou com um cessar-fogo em vez de um tratado de paz.

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