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China tira mais um 'trunfo' aos EUA criando catapultas eletromagnéticas para porta-aviões

A China desenvolveu sua própria catapulta eletromagnética para os porta-aviões, sendo que anteriormente os EUA eram o único país que usava esse tipo de equipamento. Fazendo isso, o país asiático tem como objetivo melhorar a capacidade de combate dos seus grupos aeronavais.
Sputnik

Engenheiros chineses testaram o protótipo da catapulta eletromagnética de fabricação nacional com aviões de combate J-15, afirmou o contra-almirante chinês Yin Zhuo à edição China Daily. O alto responsável militar especificou que os aviões efetuaram "milhares de decolagens" usando a catapulta.


As catapultas dos porta-aviões são utilizadas para dar um impulso extra à aeronave (o que não é necessário se a aeronave decola do chão), devido à pequena pista de aterrissagem dos porta-aviões. Anteriormente, esse impulso era produzido por vapor.

O dispositivo eletromagnético usa um cabo de aço que liga o avião à catapulta e o faz decolar. De acordo com a mídia, o uso da catapulta foi conseguido devido ao sucess…

Trump diz que Otan está 'obsoleta' e política de asilo de Merkel é 'catastrófica'

Presidente eleito dos EUA também falou ao jornal alemão 'Bild' sobre Brexit e sanções à Rússia.


EFE


O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, considerou em uma entrevista ao jornal alemão "Bild" que a Otan está "obsoleta" e acusa a chanceler, Angela Merkel, de ter cometido "um erro catastrófico" com sua política de refugiados. 

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Presidente eleito Donald Trump (Foto: Evan Vucci/ AP)

Na entrevista, antecipada neste domingo (15) pelo popular jornal, Trump afirma que para ele a Aliança Atlântica é "muito importante", mas lembra que foi projetada há muito tempo e não se ocupou do terrorismo.

Denuncia, além disso, que muitos Estados não investem o necessário em defesa.

"Devemos proteger esses países, mas muitos deles não pagam o que deveriam", ressaltou Trump, estimando que é "injusto" para os EUA.

Cinco dias antes de sua posse, o republicano elogiou Merkel como "uma das mais importantes chefes de governo, com diferença", mas criticou duramente sua política de refugiados.

Segundo sua opinião, ela cometeu "um erro catastrófico ao ter deixado entrar no país todos esses ilegais".

Trump respaldou, além disso, a decisão do Reino Unido de deixar a União Europeia, acreditando que mais países seguirão esse caminho porque "os países querem sua própria identidade" e não desejam, na sua opinião, que venham de fora de seu território para "destroçá-lo".

Após lembrar que a UE foi criada em parte para enfrentar comercialmente os EUA, Trump afirmou que para ele é indiferente que os europeus estejam unidos ou separados.

Trump ressaltou a necessidade de reforçar os controles de fronta nos EUA e não descartou que os europeus possam ser afetados, deixando claro que não agirá como a Alemanha.

"Não queremos que venha gente da Síria que não sabemos quem é", acrescentou.

Sobre a possibilidade de suspender as sanções impostas à Rússia, o presidente eleito apontou que se pode chegar a um acordo com Moscou e para a necessidade de reduzir o armamento nuclear.


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