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Exército sírio bombardeia terroristas restantes no sul do país (VIDEO)

O exército sírio retomou os ataques de artilharia maciços contra os terroristas restantes na região de Tulul al Safa no deserto de As-Suwayda, no sul do país, depois de eles terem violado a trégua, segundo uma fonte do Exército.
Sputnik

De acordo com uma fonte que falou com a Sputnik Árabe, na terça-feira (16), o Exército sírio e os terroristas que ocupam as colinas de Tulul al Safa firmaram um acordo de cessar-fogo, segundo o qual os combatentes da Frente al-Nusra (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) se comprometeram a entregar as armas depois de serem cercados e sem saída.


Contudo, na manhã da quarta-feira (17) os terroristas atacaram as unidades do Exército sírio. Por sua vez, os soldados repeliram o ataque com êxito e contra-atacaram. Como resultado, dezenas de militantes foram mortos ou feridos. O Exército resolveu retomar os ataques maciços com peças de artilharia apoiadas do ar, tendo como objetivo eliminar as forças terroristas restantes até a épo…

Bombardeio do governo sírio durante funeral em Damasco mata 16

France Presse

Dezesseis pessoas morreram neste sábado em um bombardeio do governo sírio que atingiu um funeral no nordeste de Damasco, informou o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH).


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Imagem de satélite de Damasco, Síria | REUTERS/ DigitalGlobe/Handout

O OSDH reportou que "sete foguetes e vários projéteis atingiram áreas das imediações de Qabun", um distrito no nordeste da capital síria controlado pelos rebeldes.

"O bombardeio alcançou um cemitério onde estavam enterrando alguém", informou o diretor do OSDH, Rami Abdel Rahman.

Os rebeldes e as forças do governo sírio acordaram uma trégua local em Qabun em 2014, mas continuam ocorrendo confrontos neste bairro, bombardeado com regularidade.

Segundo a mesma fonte, três civis morreram em bombardeios do governo em Waer, o último distrito de Homs nas mãos dos rebeldes.

Mais de 310.000 pessoas morreram no conflito sírio, desencadeado em 2011 pela sangrenta repressão de manifestações pacíficas, e que acabou se transformando em uma guerra em que inúmeras potências regionais e internacionais, além de vários grupos extremistas, foram envolvidos.


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