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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Bombardeiros russos atacam Daesh com mísseis de cruzeiro em Raqqa

Bombardeiros Tu-95MS russos de longo alcance lançaram mísseis de cruzeiro contra as posições do Daesh perto da cidade síria de Raqqa na quinta-feira (16), comunicou o ministro da Defesa da Rússia.


Sputnik

Bombardeiros estratégicos destruíram vários pontos dos terroristas, bem como centros de treinamento e o posto de comando de uma das maiores unidades terroristas próximas a sua capital – a cidade de Raqqa. 


Bombardeiros Tupolev Tu-95
Tupolev Tu-95 © flickr.com/ Andrey Belenko

Ministério russo da Defesa informou que os serviços de informações confirmaram o fato da destruição de todos os alvos terroristas perto de Raqqa.

Os terroristas foram atacados com novos mísseis de cruzeiro X-101.

Bombardeiros de longo alcance, que partiram de um campo de aviação russo, sobrevoaram Iraque e Irã. Após o lançamento de mísseis de cruzeiro contra as posições do Daesh, os bombardeiros regressaram para a Rússia.

"Su-30SM e Su-35S prestaram apoio aéreo aos bombardeiros russos a partir da base militar em Hmeymim", acrescentou o ministro da Defesa russo, Sergei Shoigu.

Entretanto, o Pentágono comunicou que os militares da coalizão internacional, juntamente com os russos, usaram o mecanismo de segurança de voos sobre o território da Síria para evitar alguns incidentes perto de Raqqa, onde a coalizão está também realizando ataques aéreos contra terroristas.

Em outubro de 2015, Rússia e EUA assinaram memorando de entendimento bilateral que visa garantir a segurança de voos durante operações de combate na Síria.


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