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Exército sírio bombardeia terroristas restantes no sul do país (VIDEO)

O exército sírio retomou os ataques de artilharia maciços contra os terroristas restantes na região de Tulul al Safa no deserto de As-Suwayda, no sul do país, depois de eles terem violado a trégua, segundo uma fonte do Exército.
Sputnik

De acordo com uma fonte que falou com a Sputnik Árabe, na terça-feira (16), o Exército sírio e os terroristas que ocupam as colinas de Tulul al Safa firmaram um acordo de cessar-fogo, segundo o qual os combatentes da Frente al-Nusra (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) se comprometeram a entregar as armas depois de serem cercados e sem saída.


Contudo, na manhã da quarta-feira (17) os terroristas atacaram as unidades do Exército sírio. Por sua vez, os soldados repeliram o ataque com êxito e contra-atacaram. Como resultado, dezenas de militantes foram mortos ou feridos. O Exército resolveu retomar os ataques maciços com peças de artilharia apoiadas do ar, tendo como objetivo eliminar as forças terroristas restantes até a épo…

Defesa italiana foi atacada por hackers russos, diz mídia

Hackers russos teriam alegadamente atacado computadores do Ministério da Defesa da Itália, informa o jornal italiano Il Messaggero. Citando o Ministério, a edição pressupõe que os atacantes possam ter obtido acesso a segredos de Estado ou militares da Itália.


Sputnik

Na sexta-feira (12), o jornal britânico The Guardian informou sobre um ciberataque ao Ministério das Relações Exteriores italiano em 2016 que poderia ter o envolvimento da Rússia. O Ministério reconheceu o ataque, mas destacou que nenhuns dados cifrados foram violados. 


Crime cibernético de hackers
Pixabay

Por sua vez, a diplomacia russa afirmou que a informação sobre a participação da Rússia do hackeamento não é confirmada por fatos.

Segundo o Il Messaggero, os ataques ao Ministério da Defesa e Ministério das Relações Exteriores começaram ainda em finais de 2014 e provinham da mesma fonte. As tentativas de hackeamento foram descobertas em 2015 e 2016.

"A análise dos vírus com que foram afetados os sistemas dos dois ministérios mostra que os programas nocivos foram escritos na Rússia e são de tecnologia muito complexa", escreve a edição, citando o Departamento de Crimes Cibernéticos do Ministério do Interior italiano.

O mesmo vírus foi usado em ataques contra outras instituições, escreve o jornal sem precisar as instituições.

O ataque contra o Ministério da Defesa italiano foi o mais destruidor.

"O vírus conseguiu se infiltrar dentro das redes do ministério e quase certamente resultou em vazamento de segredos de Estado e militares da Itália. Por algum tempo, ele até colocou os computadores fora de serviço", frisa a edição.



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