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Turquia não considera Patriot como alternativa ao S-400, diz parlamentar turco

Washington está negociando com Ancara quanto à possibilidade de fornecimento dos sistemas de defesa antiaérea norte-americanos Patriot no lugar dos S-400 russos, escreveu a revista turca Sabah, citando a assessora do Secretário de Estado dos EUA em questões políticas, Tina Kaidanow.
Sputnik

Kaidanow relevou que o Departamento do Estado está negociando com a Turquia para "tentar dar a entender aos turcos o que se pode fazer em relação aos Patriot".

"Estamos preocupados que a compra dos sistemas russos de defesa antiaérea seja uma espécie de apoio para a Rússia que, pelo que vimos, não se comporta bem em várias partes do mundo, inclusive na Europa", afirmou a assessora, citada pela edição turca.

Um representante do Ministério das Relações Exteriores turco, que pediu anonimato, comentou à Sputnik Turquia sobre a situação quanto às compras dos S-400 por Ancara, bem como quanto ao diálogo com os EUA.
"A nossa postura em relação aos S-400 foi reiterada por diversas vezes…

Defesa italiana foi atacada por hackers russos, diz mídia

Hackers russos teriam alegadamente atacado computadores do Ministério da Defesa da Itália, informa o jornal italiano Il Messaggero. Citando o Ministério, a edição pressupõe que os atacantes possam ter obtido acesso a segredos de Estado ou militares da Itália.


Sputnik

Na sexta-feira (12), o jornal britânico The Guardian informou sobre um ciberataque ao Ministério das Relações Exteriores italiano em 2016 que poderia ter o envolvimento da Rússia. O Ministério reconheceu o ataque, mas destacou que nenhuns dados cifrados foram violados. 


Crime cibernético de hackers
Pixabay

Por sua vez, a diplomacia russa afirmou que a informação sobre a participação da Rússia do hackeamento não é confirmada por fatos.

Segundo o Il Messaggero, os ataques ao Ministério da Defesa e Ministério das Relações Exteriores começaram ainda em finais de 2014 e provinham da mesma fonte. As tentativas de hackeamento foram descobertas em 2015 e 2016.

"A análise dos vírus com que foram afetados os sistemas dos dois ministérios mostra que os programas nocivos foram escritos na Rússia e são de tecnologia muito complexa", escreve a edição, citando o Departamento de Crimes Cibernéticos do Ministério do Interior italiano.

O mesmo vírus foi usado em ataques contra outras instituições, escreve o jornal sem precisar as instituições.

O ataque contra o Ministério da Defesa italiano foi o mais destruidor.

"O vírus conseguiu se infiltrar dentro das redes do ministério e quase certamente resultou em vazamento de segredos de Estado e militares da Itália. Por algum tempo, ele até colocou os computadores fora de serviço", frisa a edição.



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