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Pyongyang: 3 porta-aviões perto da Coreia do Norte são uma ameaça de guerra nuclear

A ONU "fecha os olhos aos exercícios de guerra nuclear dos EUA, que estão empenhados em causar um desastre catastrófico para a humanidade", declarou o embaixador norte-coreano na ONU, Ja Song-nam.
Sputnik

As autoridades norte-coreanas classificaram na segunda (13) o deslocamento sem precedentes de 3 grupos de porta-aviões dos EUA para a zona da península da Coreia como uma "postura de ataque".


O representante norte-coreano permanente na ONU, Ja Song-nam, expressou em uma carta enviada ao secretário-geral da ONU o descontentamento do seu governo com os exercícios militares de Seul, Tóquio e Washington. Estes, segundo o diplomata, estão criando "a pior situação para a península da Coreia e seus arredores".

"Os EUA são os principais responsáveis por escalar as tensões e comprometer a paz", declarou Ja Song-nam.

Além da presença de 3 porta-aviões estadunidenses (Nimitz, Ronald Reagan e Theodore Roosevelt), Washington continua realizando voos de bombarde…

EI executa um dos líderes do grupo em Al Raqqa por facilitar fuga de civis

Ele era responsável por um posto de controle da organização no sul da cidade de Al Raqqa.


EFE

O grupo terrorista Estado Islâmico (EI) executou um dos líderes da organização na província de Al Raqqa, no norte da Síria, após ele ter facilitado a fuga de civis para fora de territórios controlados pelos extremistas, informou nesta quinta-feira (2) o Observatório Sírio de Direitos Humanos. 

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Estado Islâmico crucifica cidadão de Raqqa, na Síria | Divulgação

O líder do EI foi executado nas últimas 48 horas depois de ter sido capturado com outros seguidores do grupo, explicou o Observatório. Ele era responsável por um posto de controle da organização no sul da cidade de Al Raqqa e foi acusado de ter facilitado a saída de civis da região.

Segundo o Observatório, ele admitiu o "contrabando de muçulmanos para fora do território do califado e que os ajudou a fugir para as terras dos ateus e dos apóstatas".

Ainda não se sabe se outros membros da organização que foram presos com o líder tiveram o mesmo destino.

O EI proclamou no fim de junho de 2014 um califado em parte dos territórios da Síria e do Iraque. Nos locais dominados pelo grupo, os jihadistas aplicam uma versão radical da "sharia" (lei islâmica) e impõem duros castigos aos que transgridem as normas. Entre as punições estão a morte por decapitação e as crucificações.

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