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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

EUA usarão dissuasão para impedir hostilidades da Coreia do Norte

O assessor do presidente norte-americano, Stephen Miller, afirmou que Washington reforçará e fortalecerá alianças na região do Pacífico, a fim de impedir a hostilidade do regime norte-coreano.


Sputnik

Segundo ele, os Estados Unidos vão construir sua estratégia em relação à Coréia do Norte com base nos princípios de dissuasão. 


Bandeira nacional da Coreia do Norte
© AFP 2016/ Ed Jones

"Vamos reforçar e fortalecer nossas alianças vitais na região do Pacífico como parte de nossa estratégia para dissuadir e evitar a crescente hostilidade que vimos nos últimos anos do regime norte-coreano", disse Miller em entrevista ao canal Fox News.

No começo do dia, a Coréia do Norte lançou um míssil balístico na província de Pyongan, no norte do país. O míssil mergulhou no Mar do Japão depois de voar cerca de 480 quilômetros. O Japão afirmou que o míssil caiu fora da zona econômica exclusiva do país e não provocou nenhum dano.

Após o lançamento, a Coréia do Sul e o Japão realizaram reuniões de emergência dos seus conselhos de segurança nacionais e ambos os países classificaram o lançamento como uma ação provocadora que ameaça a segurança internacional. Outros países, bem como os Estados Unidos e a União Européia, também condenaram o lançamento.


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