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Argentina concorda em construir bases norte-americanas em seu território

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, aprovou a construção no país de várias bases militares dos EUA, informou no sábado (21) o portal mexicano Aristegui Noticias com referência a fontes informadas.
Sputnik

De acordo com o portal, trata-se de ao mínimo três bases militares a serem construídas nas províncias de Neuquén (onde fica a jazida de gás de xisto Vaca Muerta), Misiones e Tierra del Fuego, de onde se pode controlar a Antártida.

A sua criação deve ser financiada pelo Comando Sul dos EUA. Um dos principais adeptos da criação de bases seria a ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich.

Além disso, nota o portal mexicano, a ministra elogiou a chegada ao país de instrutores americanos que efetuam a preparação dos policiais argentinos antes da cúpula do G20 em novembro. Isso viola as atuais leis argentinas, porque é necessário obter a autorização do Congresso para tais ações, algo que não foi feito.

EUA usarão dissuasão para impedir hostilidades da Coreia do Norte

O assessor do presidente norte-americano, Stephen Miller, afirmou que Washington reforçará e fortalecerá alianças na região do Pacífico, a fim de impedir a hostilidade do regime norte-coreano.


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Segundo ele, os Estados Unidos vão construir sua estratégia em relação à Coréia do Norte com base nos princípios de dissuasão. 


Bandeira nacional da Coreia do Norte
© AFP 2016/ Ed Jones

"Vamos reforçar e fortalecer nossas alianças vitais na região do Pacífico como parte de nossa estratégia para dissuadir e evitar a crescente hostilidade que vimos nos últimos anos do regime norte-coreano", disse Miller em entrevista ao canal Fox News.

No começo do dia, a Coréia do Norte lançou um míssil balístico na província de Pyongan, no norte do país. O míssil mergulhou no Mar do Japão depois de voar cerca de 480 quilômetros. O Japão afirmou que o míssil caiu fora da zona econômica exclusiva do país e não provocou nenhum dano.

Após o lançamento, a Coréia do Sul e o Japão realizaram reuniões de emergência dos seus conselhos de segurança nacionais e ambos os países classificaram o lançamento como uma ação provocadora que ameaça a segurança internacional. Outros países, bem como os Estados Unidos e a União Européia, também condenaram o lançamento.


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