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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Exército Brasileiro investiga militares suspeitos de cobrar propina no ES

Corporação se recusou a divulgar a quantidade de militares investigados.Na nota, Exército diz que "não admite condutas que afrontem seus valores".


Bruno Dalvi | G1 ES

O Exército Brasileiro abriu procedimento administrativo para investigar denúncia de que militares teriam cobrado propina para liberar um motorista que foi abordado em um blitz e estava com documento vencido, no Espírito Santo.


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A investigação será feita pelo Comando do 15º Regimento de Cavalaria Mecanizado. O Exército se recusou a divulgar a quantidade de militares investigados, se eles estão presos e quais as suas patentes.

"Com a finalidade de apurar as circunstâncias em torno dos fatos citados, envolvendo militares da Força-Tarefa Conjunta Capixaba, foi instaurado um procedimento administrativo, pelo Comando do 15º Regimento de Cavalaria Mecanizado, com sede no Rio de Janeiro/RJ, respeitados os princípios do contraditório e da ampla defesa", informou nota divulgada pela Força-Tarefa.

Na nota, o Exército afirma que "não admite condutas que afrontem seus valores e princípios, sustentáculos da nossa Força. Reafirmamos o compromisso com a sociedade brasileira em atuar com ética, transparência, dentro da legalidade e com tropas sempre preparadas para cumprir as suas missões".

Operação Capixaba


As Forças Armadas estão no Espírito Santo com 3.454 militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, além de integrantes da Força Nacional de Segurança Pública (FNSP). Eles ficam no estado até que a Polícia Militar volte ao trabalho definitivamente.


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