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Pyongyang: 3 porta-aviões perto da Coreia do Norte são uma ameaça de guerra nuclear

A ONU "fecha os olhos aos exercícios de guerra nuclear dos EUA, que estão empenhados em causar um desastre catastrófico para a humanidade", declarou o embaixador norte-coreano na ONU, Ja Song-nam.
Sputnik

As autoridades norte-coreanas classificaram na segunda (13) o deslocamento sem precedentes de 3 grupos de porta-aviões dos EUA para a zona da península da Coreia como uma "postura de ataque".


O representante norte-coreano permanente na ONU, Ja Song-nam, expressou em uma carta enviada ao secretário-geral da ONU o descontentamento do seu governo com os exercícios militares de Seul, Tóquio e Washington. Estes, segundo o diplomata, estão criando "a pior situação para a península da Coreia e seus arredores".

"Os EUA são os principais responsáveis por escalar as tensões e comprometer a paz", declarou Ja Song-nam.

Além da presença de 3 porta-aviões estadunidenses (Nimitz, Ronald Reagan e Theodore Roosevelt), Washington continua realizando voos de bombarde…

Grupo de porta-aviões da Marinha dos EUA inicia patrulha no mar do Sul da China

Devido à situação tensa na região do mar do Sul da China, Marinha norte-americana enviou grupo naval para a região.


Sputnik

"Navios do grupo de porta-aviões, inclusive destróier da classe Nimitz, USS Carl Vinson iniciaram patrulha nas águas do mar do Sul da China em 18 de fevereiro de 2017", comunica Marinha dos EUA. 


Navios de guerra dos EUA no mar do Sul da China (arquivo)
Navios da US Navy no Mar do Sul da China © Foto: US Navy / David Mercil

Rex Tillerson, novo secretário de Estado dos EUA, antes de assumir o cargo, disse que Washington deve enviar um "sinal claro" para Pequim sobre a inadmissibilidade de suas ações com relação às ilhas disputadas no mar do Sul da China.

Além disso, o chefe da diplomacia norte-americana chamou de ilegítima a construção das ilhas artificiais pela China no mar em questão. O governo chinês respondeu dizendo que atua no âmbito de sua soberania territorial.

A China e outros países da região, tais como Japão, Vietnã e Filipinas, divergem em relação às fronteiras marítimas e áreas de responsabilidade dos mares do Sul da China e da China Oriental.

De acordo com Pequim, as Filipinas e o Vietnã se aproveitam do apoio dos EUA para aumentar a tensão na região.

Em 12 de julho de ano passado, a Corte Internacional de Arbitragem de Haia determinou inexistência de bases legais nas reclamações apresentadas por Pequim quanto à área marítima que está dentro de "linha de nove pontos" no mar do Sul da China. Além disso, foi considerado que os territórios disputados do arquipélago Spratly (Nansha em chinês) não são nem ilhas nem zona econômica exclusiva. A China não reconhece e não aceita decisão de Haia.


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