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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Novo míssil norte-americano acerta alvo no espaço (video)

A Agência de Defesa Antimíssil dos EUA e a Raytheon testaram com sucesso um míssil que conseguiu interceptar mísseis inimigos no espaço.


Sputnik

O míssil SM-3II pode detectar ameaças de ataques de mísseis balísticos no espaço e neutralizá-los. Ele fez sua estreia após a neutralização de um míssil balístico lançado do destróier USS John Paul Jones da Marinha dos EUA.


Míssil norte-americano Sm-3II passa testes
Míssil norte-americano SM-3 © Agência de Defesa contra Mísseis/Raytheon

Como é conhecido, a trajectória dos diversos mísseis balísticos de longo alcance atinge as camadas mais altas da atmosfera ou o espaço, efectuando o chamado voo suborbital, antes de atingir o alvo pré-determinado em terra.

"Agora a tecnologia se vem desenvolvendo", explicou o analista da Scout Warrior, Kris Osborn, acrescentando que tais mísseis podem interceptar mísseis balísticos ainda no espaço.

O míssil de nova geração está sendo desenvolvido por Washington e Tóquio. Os EUA têm intenções de deslocar o míssil para a Polônia em 2018.

O diretor do programa SM-3II, Amy Cohen, afirmou que a estrutura do míssil permite alcançar maior sensibilidade de deteção.

"O míssil SM-3 Block IIA é uma versão mais potente do SM-3 IB em termos de propulsores e ogiva cinética, o que permite aumentar o período de tempo operacional", informou o comunicado da Agência da Defesa Antimíssil dos EUA.

A administração do presidente dos EUA Donald Trump classifica o desenvolvimento da defesa antimíssil como a prioridade número um na atual situação.




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