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Exército sírio bombardeia terroristas restantes no sul do país (VIDEO)

O exército sírio retomou os ataques de artilharia maciços contra os terroristas restantes na região de Tulul al Safa no deserto de As-Suwayda, no sul do país, depois de eles terem violado a trégua, segundo uma fonte do Exército.
Sputnik

De acordo com uma fonte que falou com a Sputnik Árabe, na terça-feira (16), o Exército sírio e os terroristas que ocupam as colinas de Tulul al Safa firmaram um acordo de cessar-fogo, segundo o qual os combatentes da Frente al-Nusra (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) se comprometeram a entregar as armas depois de serem cercados e sem saída.


Contudo, na manhã da quarta-feira (17) os terroristas atacaram as unidades do Exército sírio. Por sua vez, os soldados repeliram o ataque com êxito e contra-atacaram. Como resultado, dezenas de militantes foram mortos ou feridos. O Exército resolveu retomar os ataques maciços com peças de artilharia apoiadas do ar, tendo como objetivo eliminar as forças terroristas restantes até a épo…

OTAN adia deslocamento de armas na Ucrânia para não provocar Rússia

Desta vez, para evita a reação do Kremlin, a Aliança decidiu adiar por um prazo indefinido as conversações com Kiev sobre o deslocamento do escudo antimíssil na Europa.


Sputnik

"A participação da Ucrânia nas conversações é delicada de ponto de vista político, porque é evidente que isso pode provocar uma reação excessiva da Rússia", sublinhou uma fonte da OTAN citada pelo Wall Street Journal. 


Bandeiras da Ucrânia e da OTAN
Bandeiras da Ucrânia e da OTAN © Sputnik/ Mikhail Markiv

A OTAN tem intenção de discutir com Kiev as possíveis consequências da utilização do sistema antimíssil na Europa, como a queda de um míssil interceptor ou de seus escombros no território da Ucrânia.

Segundo o WSJ, este tema exige uma abordagem extremamente prudente se a Aliança quiser evitar o agravamento das relações com a Rússia.

Em 12 de maio de 2016 os EUA ativaram o seus sistema da defesa antimíssil construído na Romênia, apesar dos protestos por parte de Moscou, que avalia este sistema como forma de contenção do seu arsenal militar. Outro elemento do sistema será deslocado na Polônia em 2018 e deverá entrar em funcionamento até 2020.



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