Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

OTAN adia deslocamento de armas na Ucrânia para não provocar Rússia

Desta vez, para evita a reação do Kremlin, a Aliança decidiu adiar por um prazo indefinido as conversações com Kiev sobre o deslocamento do escudo antimíssil na Europa.


Sputnik

"A participação da Ucrânia nas conversações é delicada de ponto de vista político, porque é evidente que isso pode provocar uma reação excessiva da Rússia", sublinhou uma fonte da OTAN citada pelo Wall Street Journal. 


Bandeiras da Ucrânia e da OTAN
Bandeiras da Ucrânia e da OTAN © Sputnik/ Mikhail Markiv

A OTAN tem intenção de discutir com Kiev as possíveis consequências da utilização do sistema antimíssil na Europa, como a queda de um míssil interceptor ou de seus escombros no território da Ucrânia.

Segundo o WSJ, este tema exige uma abordagem extremamente prudente se a Aliança quiser evitar o agravamento das relações com a Rússia.

Em 12 de maio de 2016 os EUA ativaram o seus sistema da defesa antimíssil construído na Romênia, apesar dos protestos por parte de Moscou, que avalia este sistema como forma de contenção do seu arsenal militar. Outro elemento do sistema será deslocado na Polônia em 2018 e deverá entrar em funcionamento até 2020.



Postar um comentário