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Especialistas: aumenta o risco de guerra entre os EUA, a Rússia e a China

O desenvolvimento de novos tipos de armas nucleares de "baixa potência" aumenta o risco de uma guerra entre os EUA, a Rússia e a China, segundo especialistas consultados por Newsweek.
Sputnik

O Pentágono está desenvolvendo dois novos tipos de armas nucleares, para acompanhar os progressos da Rússia e da China nesse terreno. Os especialistas tiveram acesso às minutas do projeto de doutrina nuclear norte-americana, que acusa Moscou e Pequim de ampliar as suas capacidades nucleares. 


Esse documento afirma a necessidade de "desenvolver e incorporar novos meios de contenção e de defesa dos objetivos, quando a contenção não funciona".

Entre outras medidas, o projeto revela a intenção de desenvolver ogivas nucleares de baixa potência para mísseis Trident, utilizados por submarinos da classe Ohio. Além disso, o departamento de Defesa dos EUA planeja desenvolver um míssil nuclear de baixa potência para suas bases marítimas.

O Pentágono considera o atual arsenal nuclear a disposi…

Pentágono diz ter usado urânio empobrecido na Síria em 2015

France Presse

Em 2015, os Estados Unidos recorreram duas vezes a controversos projéteis com urânio empobrecido em suas operações contra o grupo Estado Islâmico (EI) – disseram fontes do Pentágono nesta quinta-feira (16). 


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Obuseiro norte-americano M-109

O Departamento americano da Defesa informou que a munição com urânio empobrecido eram obuses, um tipo de projétil oco que leva carga explosiva ou algum outro tipo de substância. O urânio foi usado em 16 e 22 de novembro de 2015, em bombardeios contra frotas de caminhões-tanque do EI na Síria.

Os obuses com urânio empobrecido são munições antiblindagem, cujo uso é criticado por organizações internacionais pelos riscos que implicam para a saúde dos militares que o manuseiam e também para a população que vive nas zonas envolvidas.

Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), o urânio empobrecido é um “metal pesado, química e radiologicamente contaminante”, que apresenta “cerca de 60% da radioatividade do urânio natural”.



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