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Putin passa para Trump a responsabilidade de resolver conflito na Síria

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, passou a bola para que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, seja o responsável por resolver o conflito na Síria.
EFE

Helsinque - Em entrevista coletiva conjunta realizada nesta segunda-feira, em Helsinque, após a primeira cúpula entre os dois líderes, Putin também deu para Trump uma bola oficial da Copa do Mundo.

"No que se refere ao fato de a bola da Síria estar no nosso telhado, senhor presidente, o senhor acaba de dizer que organizamos com sucesso o Mundial de Futebol. Portanto, quero agora entregar esta bola. Agora, a bola está do seu lado", disse Putin.

O presidente russo fazia uma referência a uma frase do secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, que havia afirmado que a bola para resolver o conflito na Síria estava no telhado do Kremlin.

Trump agradeceu pelo presente e disse estar confiante de que EUA, México e Canadá organizarão em 2026 uma Copa do Mundo tão bem-sucedida como a da Rússia.

Na sequência, o presidente americ…

Pentágono reclama de manobras russas perto de destróier americano

Os Estados Unidos estão muito preocupados com incidentes recentes envolvendo aviões russos e o destróier norte-americano USS Porter no mar Negro, conforme declarou em entrevista à Sputnik Michelle Baldanza, porta-voz do Departamento de Defesa dos EUA, acusando os pilotos da Rússia de falta de profissionalismo.


Sputnik


Baldanza afirma que, na última sexta-feira, a embarcação da Marinha americana foi alvo de uma série de aproximações arriscadas das aeronaves russas quando navegava tranquilamente em águas internacionais da região logo após concluir sua participação nos exercícios Sea Shield 2017. De acordo com ela, as manobras realizadas pelos aviões das Forças Armadas da Rússia não foram nem um pouco seguras e poderiam ter tido consequências extremamente negativas. 

Destróier USS Porter, da Marinha dos EUA, foi alvo de aproximações perigosas de aeronaves russas no mar Negro, segundo Defesa americana
Destróier norte-americano USS Porter © AFP 2016/ STR

"Esses incidentes são preocupantes, pois eles podem resultar em acidentes ou erros de cálculo", disse ela.

Ainda segundo a funcionária do Pentágono, os marinheiros do destróier tentaram se comunicar com todos os pilotos russos em volta, mas nenhum deles teria respondido, uma vez que estariam com seus transponders desligados.

Os exercícios Sea Shield, da OTAN, ocorreram entre os dias 1 e 10 deste mês, no mar Negro, sob liderança da Romênia, e envolveram 2,8 mil militares, 16 navios de guerra e 10 aviões. Também estiveram presentes nas atividades representantes de Bulgária, Grécia, Turquia, Canadá, Espanha e Ucrânia.


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