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Especialistas: aumenta o risco de guerra entre os EUA, a Rússia e a China

O desenvolvimento de novos tipos de armas nucleares de "baixa potência" aumenta o risco de uma guerra entre os EUA, a Rússia e a China, segundo especialistas consultados por Newsweek.
Sputnik

O Pentágono está desenvolvendo dois novos tipos de armas nucleares, para acompanhar os progressos da Rússia e da China nesse terreno. Os especialistas tiveram acesso às minutas do projeto de doutrina nuclear norte-americana, que acusa Moscou e Pequim de ampliar as suas capacidades nucleares. 


Esse documento afirma a necessidade de "desenvolver e incorporar novos meios de contenção e de defesa dos objetivos, quando a contenção não funciona".

Entre outras medidas, o projeto revela a intenção de desenvolver ogivas nucleares de baixa potência para mísseis Trident, utilizados por submarinos da classe Ohio. Além disso, o departamento de Defesa dos EUA planeja desenvolver um míssil nuclear de baixa potência para suas bases marítimas.

O Pentágono considera o atual arsenal nuclear a disposi…

Pentágono reclama de manobras russas perto de destróier americano

Os Estados Unidos estão muito preocupados com incidentes recentes envolvendo aviões russos e o destróier norte-americano USS Porter no mar Negro, conforme declarou em entrevista à Sputnik Michelle Baldanza, porta-voz do Departamento de Defesa dos EUA, acusando os pilotos da Rússia de falta de profissionalismo.


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Baldanza afirma que, na última sexta-feira, a embarcação da Marinha americana foi alvo de uma série de aproximações arriscadas das aeronaves russas quando navegava tranquilamente em águas internacionais da região logo após concluir sua participação nos exercícios Sea Shield 2017. De acordo com ela, as manobras realizadas pelos aviões das Forças Armadas da Rússia não foram nem um pouco seguras e poderiam ter tido consequências extremamente negativas. 

Destróier USS Porter, da Marinha dos EUA, foi alvo de aproximações perigosas de aeronaves russas no mar Negro, segundo Defesa americana
Destróier norte-americano USS Porter © AFP 2016/ STR

"Esses incidentes são preocupantes, pois eles podem resultar em acidentes ou erros de cálculo", disse ela.

Ainda segundo a funcionária do Pentágono, os marinheiros do destróier tentaram se comunicar com todos os pilotos russos em volta, mas nenhum deles teria respondido, uma vez que estariam com seus transponders desligados.

Os exercícios Sea Shield, da OTAN, ocorreram entre os dias 1 e 10 deste mês, no mar Negro, sob liderança da Romênia, e envolveram 2,8 mil militares, 16 navios de guerra e 10 aviões. Também estiveram presentes nas atividades representantes de Bulgária, Grécia, Turquia, Canadá, Espanha e Ucrânia.


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