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No decorrer da operação Ramo de Oliveira será criada zona de segurança na Síria

O primeiro-ministro turco Binali Yildirim anunciou a criação, durante a operação militar turca na província síria de Afrin, de uma faixa de segurança de 30 quilômetros.
Sputnik

O premiê, citado pela emissora Haberturk, adiantou também que a operação seria efetuada em quatro etapas.


"A operação vai decorrer em 4 etapas com o objetivo de criar uma faixa de segurança de 30 quilômetros, que será limpa de terroristas", disse o político, citado pela emissora NTV.

Yildirim adiantou que até agora não há mortos ou feridos entre o contingente turco que realiza a operação.

Mais cedo, o Estado-Maior da Turquia anunciou o início da operação "Ramo de Oliveira" contra os grupos curdos na província síria de Afrin, que começou precisamente às 14h00 locais (12h00 no horário de Brasília). De acordo com a entidade militar, a operação conta com a participação de 72 aviões, enquanto 108 dos 113 alvos planejados já foram eliminados. Há poucos dias, o premiê turco, Binali Yildirim, havia avanç…

Trump adverte Irã de 'não brincar com fogo' e promete não ser tão bom como Obama

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que o Irã está "brincando com o fogo", acrescentando que ele, Trump, não será "tão bom" em relação ao país como foi o ex-líder norte-americano Barack Obama.


Sputnik

"O Irã está brincando com o fogo — eles não dão valor à 'bondade' que o presidente Obama lhes demonstrou. Mas eu não serei assim!", postou Trump no seu Twitter.


Míssil balístico de longo alcance Qadr, lançado de Alborz, norte do Irã, em 9 de março de 2016
Míssil balístico iraniano Qadr © AFP 2016/ Mahmood Hosseini /TASNIM NEWS

Após a declaração, o chanceler iraniano, Mohammad Javad Zarif, postou uma mensagem no Twitter dizendo que Teerã é "indiferente" às ameaças. "Nós nunca iniciaríamos uma guerra, podemos contar apenas com nossos próprios meios defensivos", acrescentou.

Na quarta-feira (1), o conselheiro do presidente para assuntos de segurança, Michael Flynn, comunicou que a Casa Branca advertiu formalmente o Irã por este realizar testes de mísseis.

Passado um dia, Trump confirmou as palavras de Flynn, dizendo que Teerã foi "oficialmente avisado por ter lançado um míssil balístico".

O conselheiro sênior do líder supremo iraniano comentou tais declarações, afirmando que Teerã continuará realizando testes de mísseis em conformidade com seu programa de defesa e que as advertências norte-americanas são um "blefe".

No meio de muitas críticas e especulações quanto aos alegados testes de mísseis por parte do Irã no início desta semana, o ministro iraniano da Defesa, Hossein Dehqan, confirmou que o país realizou testes de lançamentos de mísseis em conformidade com o programa nacional de defesa.

Dehqan também ressaltou o fato destes testes não terem violado nem o Plano de Ação Conjunta Global (JCPOA, Joint Comprehensive Plan of Action), nem a Resolução da ONU №2231.

Em julho de 2015, o Irã, a União Europeia e o grupo de países P5+1 assinaram o JCPOA, visando garantir a natureza pacífica do programa nuclear do Irã. Segundo este acordo, o Irã promete se abster do desenvolvimento ou compra de armas nucleares em troca do levantamento das sanções impostas contra Teerã. A resolução da ONU foi ratificada pouco depois e cimentou o respectivo acordo nuclear.



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