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Israel prende o governador palestino de Jerusalém

Motivo da detenção foram crimes cometidos na Cisjordânia ocupada, segundo a Organização para a Libertação da Palestina.
France Presse

Israel prendeu o governador palestino de Jerusalém por crimes que teria cometido na Cisjordânia ocupada, que não foram especificados, informou a Organização para a Libertação da Palestina (OLP).

O governador Adnan Gheith foi detido no sábado (20) à noite no bairro palestino de Beit Hanina, em Jerusalém Oriental, ocupada e anexada por Israel. Será apresentado a um tribunal dentro de quatro dias, afirma a OLP em um comunicado.

Para o dirigente da OLP Saeb Erakat, a detenção é "um novo passo contra a presença palestina em Jerusalém" e constitui uma violação da legislação israelense a respeito das instituições palestinas da cidade.

"As ameaças contra dirigentes palestinos, sua detenção, inclusive o 'sequestro' do governador Gheith, são parte de um plano que pretende sufocar todas as bases de uma solução política com dois Estados e com as f…

Trump diz a Poroshenko que vai tentar restaurar paz na Ucrânia

'Trabalharemos com a Ucrânia, Rússia e outras partes envolvidas', afirmou presidente americano. Conversa aconteceu após uma semana de confrontos em Avdiivka.


France Presse

O presidente americano, Donald Trump, disse neste sábado (4) ao presidente ucraniano, Petro Poroshenko, que trabalhará com Kiev e Moscou para tentar pôr fim ao banho de sangue na Ucrânia. A conversa aconteceu após uma semana de confrontos em torno da cidade industrial de Avdiivka, que causou a morte de pelo menos 35 pessoas. 

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Donald Trump, Presidente dos EUA

Tratam-se dos confrontos mais graves desde que foi decretado um cessar-fogo "ilimitado" no fim de dezembro, e do balanço mais grave desde o período mais violento da guerra, em 2014 e 2015. O governo ucraniano e a União Europeia (UE) acusam a Rússia de apoiar militarmente os separatistas, o que Moscou nega.

A esperança de Poroshenko de obter dos Estados Unidos o mesmo apoio e compromisso conquistados durante o mandato de Barack Obama foi frustrada pelas declarações de Trump. "Trabalharemos com a Ucrânia, Rússia e outras partes envolvidas para ajudá-las a restabelecer a paz na fronteira", disse Trump, citado pela Casa Branca.

Poroshenko quis destacar a parte positiva da conversa. Seu gabinete afirmou que "ambas as partes expressaram preocupação com a escalada da violência e a deterioração da situação humanitária". Além disso, ambos os presidentes foram favoráveis a "fomentar o diálogo com o novo governo americano em todos os níveis".

A conversa seguiu a que tiveram por telefone Trump e Putin em 28 de janeiro, que ambas as partes classificaram de construtiva. O conflito entre os separatistas pró-Rússia e o Exército ucraniano já deixou mais de 10 mil mortos desde o seu início, em abril de 2014, consequência da chegada de um governo pró-ocidental a Kiev e da anexação da península da Crimeia pela Rússia.


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