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Militares dos EUA prometem responder a possível ataque turco contra cidade síria de Manbij

Os militares norte-americanos prometeram responder a qualquer ataque contra a cidade síria de Manbij à luz de uma possível operação turca na área, afirmou o comandante do Conselho Militar de Manbij, que faz parte das Forças Democráticas da Síria (FDS), Ebu Adil.
Sputnik

Em entrevista à Sputnik Turquia, Ebu Adil comentou a resposta dos EUA às preocupações expressas pelos representantes do Conselho Militar de Manbij devido a um possível ataque contra a cidade síria por parte de Ancara.


"Há dois anos, em conjunto com as forças da coalizão liderada pelos EUA, nós limpamos Manbij do Daesh [organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países]. Desde então, na cidade se encontram forças da coalizão. Algum tempo atrás, nós falamos com os militares norte-americanos sobre um possível ataque da Turquia contra Manbij. Os militares dos EUA prometeram responder a qualquer ataque contra a cidade, de onde quer que ele provenha", afirmou o comandante do conselho.

Além disso, ele …

Trump diz a Poroshenko que vai tentar restaurar paz na Ucrânia

'Trabalharemos com a Ucrânia, Rússia e outras partes envolvidas', afirmou presidente americano. Conversa aconteceu após uma semana de confrontos em Avdiivka.


France Presse

O presidente americano, Donald Trump, disse neste sábado (4) ao presidente ucraniano, Petro Poroshenko, que trabalhará com Kiev e Moscou para tentar pôr fim ao banho de sangue na Ucrânia. A conversa aconteceu após uma semana de confrontos em torno da cidade industrial de Avdiivka, que causou a morte de pelo menos 35 pessoas. 

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Donald Trump, Presidente dos EUA

Tratam-se dos confrontos mais graves desde que foi decretado um cessar-fogo "ilimitado" no fim de dezembro, e do balanço mais grave desde o período mais violento da guerra, em 2014 e 2015. O governo ucraniano e a União Europeia (UE) acusam a Rússia de apoiar militarmente os separatistas, o que Moscou nega.

A esperança de Poroshenko de obter dos Estados Unidos o mesmo apoio e compromisso conquistados durante o mandato de Barack Obama foi frustrada pelas declarações de Trump. "Trabalharemos com a Ucrânia, Rússia e outras partes envolvidas para ajudá-las a restabelecer a paz na fronteira", disse Trump, citado pela Casa Branca.

Poroshenko quis destacar a parte positiva da conversa. Seu gabinete afirmou que "ambas as partes expressaram preocupação com a escalada da violência e a deterioração da situação humanitária". Além disso, ambos os presidentes foram favoráveis a "fomentar o diálogo com o novo governo americano em todos os níveis".

A conversa seguiu a que tiveram por telefone Trump e Putin em 28 de janeiro, que ambas as partes classificaram de construtiva. O conflito entre os separatistas pró-Rússia e o Exército ucraniano já deixou mais de 10 mil mortos desde o seu início, em abril de 2014, consequência da chegada de um governo pró-ocidental a Kiev e da anexação da península da Crimeia pela Rússia.


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