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Avança ofensiva antiterrorista do Exército sírio no sul de Damasco

O exército sírio avançou hoje em sua ofensiva contra os terroristas do grupo Estado Islâmico ao destruir túneis e trincheiras erguidas na localidade de Hayyar Asswad e no Acampamento de Refugiados Palestinos de Yarmouk.
Prensa Latina

Damasco - Segundo fontes militares, com os ataques aos refúgios dos radicais do Estado Islâmico e da Frente al-Nusra, as tropas governamentais limitaram os movimentos dos takfiristas entre Qadam e Hayyar Asswad, no sul de Damasco.


De acordo com os informes, nas últimas horas o Exército tomou o controle das instalações de Joura, na parte oriental do bairro Qadam, e avançou nos distritos de Yalda e Bebila, vizinhos de Yarmouk.

Desde a última quinta-feira, a aviação síria e tropas terrestres realizam fortes bombardeios contra os grupos extremistas, com a determinação de libertar as áreas que esses grupos ocupam atualmente.

Até o momento, um elevado número de jihadistas, entre eles cinco cabeças emires, foram abatidos pelas tropas governamentais em aliança com br…

Venda de armas atinge nível recorde desde a Guerra Fria

Arábia Saudita foi o segundo maior importador de armamentos do mundo durante o período 2012-2016, ficando atrás da Índia


O Estado de S.Paulo

ESTOCOLMO - A venda de armas no mundo atingiu um nível recorde desde a Guerra Fria nos últimos cinco anos, estimulada pela demanda do Oriente Médio e da Ásia, informou nesta segunda-feira, 20, o instituto independente Sipri. 



Venda de armas
Os EUA e a França são os principais fornecedores de armas do Oriente Médio, enquanto Rússia e China vendem em primeiro lugar à Ásia | Foto: AP Photo/Sakchai Lalit

Entre 2012 e 2016, Ásia e Oceania representaram 43% das importações mundiais de armas convencionais em volume, um aumento de 7,7% com relação ao período 2007-2011, segundo o Instituto Internacional de Pesquisas para a Paz de Estocolmo (Sipri).

A participação da Ásia e da Oceania nas importações internacionais foi levemente superior (44%) entre 2007 e 2011. A dos países do Oriente Médio e das monarquias do Golfo passou de 17% a 29%, muito à frente da Europa (11%), do continente americano (8,6%) e da África (8,1%).

"Ao longo dos últimos cinco anos, a maioria dos Estados do Oriente Médio se voltaram para os EUA e Europa em sua busca por acelerar capacidades militares avançadas", analisa Pieter Wezeman, pesquisador do Sipri. "Apesar dos baixos preços do petróleo, os países da região continuaram encomendando mais armas em 2016, que consideram instrumentos para enfrentar os conflitos e as tensões regionais", avalia.

"A venda de armas entre 2012 e 2016 atingiu seu maior volume em comparação a qualquer período de cinco anos desde o final da Guerra Fria", acrescentou o comunicado do Sipri.

A Arábia Saudita foi o segundo maior importador de armas no mundo durante este período - com um aumento de 212% em relação ao período 2007-2011 -, atrás da Índia que, ao contrário da China, não conta ainda com uma produção em nível nacional.

Quanto às exportações, os EUA se mantêm em primeiro lugar, com 33% de cota de mercado, à frente da Rússia (23%), da China (6,2%) e da França (6,0%), à frente da Alemanha (5,6%). Estes cinco países representam cerca de 75% das exportações mundiais de armamento pesado.

Os EUA e a França são os principais fornecedores do Oriente Médio, enquanto Rússia e China vendem em primeiro lugar à Ásia. / AFP


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