Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

China tira mais um 'trunfo' aos EUA criando catapultas eletromagnéticas para porta-aviões

A China desenvolveu sua própria catapulta eletromagnética para os porta-aviões, sendo que anteriormente os EUA eram o único país que usava esse tipo de equipamento. Fazendo isso, o país asiático tem como objetivo melhorar a capacidade de combate dos seus grupos aeronavais.
Sputnik

Engenheiros chineses testaram o protótipo da catapulta eletromagnética de fabricação nacional com aviões de combate J-15, afirmou o contra-almirante chinês Yin Zhuo à edição China Daily. O alto responsável militar especificou que os aviões efetuaram "milhares de decolagens" usando a catapulta.


As catapultas dos porta-aviões são utilizadas para dar um impulso extra à aeronave (o que não é necessário se a aeronave decola do chão), devido à pequena pista de aterrissagem dos porta-aviões. Anteriormente, esse impulso era produzido por vapor.

O dispositivo eletromagnético usa um cabo de aço que liga o avião à catapulta e o faz decolar. De acordo com a mídia, o uso da catapulta foi conseguido devido ao sucess…

Venda de armas atinge nível recorde desde a Guerra Fria

Arábia Saudita foi o segundo maior importador de armamentos do mundo durante o período 2012-2016, ficando atrás da Índia


O Estado de S.Paulo

ESTOCOLMO - A venda de armas no mundo atingiu um nível recorde desde a Guerra Fria nos últimos cinco anos, estimulada pela demanda do Oriente Médio e da Ásia, informou nesta segunda-feira, 20, o instituto independente Sipri. 



Venda de armas
Os EUA e a França são os principais fornecedores de armas do Oriente Médio, enquanto Rússia e China vendem em primeiro lugar à Ásia | Foto: AP Photo/Sakchai Lalit

Entre 2012 e 2016, Ásia e Oceania representaram 43% das importações mundiais de armas convencionais em volume, um aumento de 7,7% com relação ao período 2007-2011, segundo o Instituto Internacional de Pesquisas para a Paz de Estocolmo (Sipri).

A participação da Ásia e da Oceania nas importações internacionais foi levemente superior (44%) entre 2007 e 2011. A dos países do Oriente Médio e das monarquias do Golfo passou de 17% a 29%, muito à frente da Europa (11%), do continente americano (8,6%) e da África (8,1%).

"Ao longo dos últimos cinco anos, a maioria dos Estados do Oriente Médio se voltaram para os EUA e Europa em sua busca por acelerar capacidades militares avançadas", analisa Pieter Wezeman, pesquisador do Sipri. "Apesar dos baixos preços do petróleo, os países da região continuaram encomendando mais armas em 2016, que consideram instrumentos para enfrentar os conflitos e as tensões regionais", avalia.

"A venda de armas entre 2012 e 2016 atingiu seu maior volume em comparação a qualquer período de cinco anos desde o final da Guerra Fria", acrescentou o comunicado do Sipri.

A Arábia Saudita foi o segundo maior importador de armas no mundo durante este período - com um aumento de 212% em relação ao período 2007-2011 -, atrás da Índia que, ao contrário da China, não conta ainda com uma produção em nível nacional.

Quanto às exportações, os EUA se mantêm em primeiro lugar, com 33% de cota de mercado, à frente da Rússia (23%), da China (6,2%) e da França (6,0%), à frente da Alemanha (5,6%). Estes cinco países representam cerca de 75% das exportações mundiais de armamento pesado.

Os EUA e a França são os principais fornecedores do Oriente Médio, enquanto Rússia e China vendem em primeiro lugar à Ásia. / AFP


Postar um comentário