Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Turquia não considera Patriot como alternativa ao S-400, diz parlamentar turco

Washington está negociando com Ancara quanto à possibilidade de fornecimento dos sistemas de defesa antiaérea norte-americanos Patriot no lugar dos S-400 russos, escreveu a revista turca Sabah, citando a assessora do Secretário de Estado dos EUA em questões políticas, Tina Kaidanow.
Sputnik

Kaidanow relevou que o Departamento do Estado está negociando com a Turquia para "tentar dar a entender aos turcos o que se pode fazer em relação aos Patriot".

"Estamos preocupados que a compra dos sistemas russos de defesa antiaérea seja uma espécie de apoio para a Rússia que, pelo que vimos, não se comporta bem em várias partes do mundo, inclusive na Europa", afirmou a assessora, citada pela edição turca.

Um representante do Ministério das Relações Exteriores turco, que pediu anonimato, comentou à Sputnik Turquia sobre a situação quanto às compras dos S-400 por Ancara, bem como quanto ao diálogo com os EUA.
"A nossa postura em relação aos S-400 foi reiterada por diversas vezes…

Venda de armas atinge nível recorde desde a Guerra Fria

Arábia Saudita foi o segundo maior importador de armamentos do mundo durante o período 2012-2016, ficando atrás da Índia


O Estado de S.Paulo

ESTOCOLMO - A venda de armas no mundo atingiu um nível recorde desde a Guerra Fria nos últimos cinco anos, estimulada pela demanda do Oriente Médio e da Ásia, informou nesta segunda-feira, 20, o instituto independente Sipri. 



Venda de armas
Os EUA e a França são os principais fornecedores de armas do Oriente Médio, enquanto Rússia e China vendem em primeiro lugar à Ásia | Foto: AP Photo/Sakchai Lalit

Entre 2012 e 2016, Ásia e Oceania representaram 43% das importações mundiais de armas convencionais em volume, um aumento de 7,7% com relação ao período 2007-2011, segundo o Instituto Internacional de Pesquisas para a Paz de Estocolmo (Sipri).

A participação da Ásia e da Oceania nas importações internacionais foi levemente superior (44%) entre 2007 e 2011. A dos países do Oriente Médio e das monarquias do Golfo passou de 17% a 29%, muito à frente da Europa (11%), do continente americano (8,6%) e da África (8,1%).

"Ao longo dos últimos cinco anos, a maioria dos Estados do Oriente Médio se voltaram para os EUA e Europa em sua busca por acelerar capacidades militares avançadas", analisa Pieter Wezeman, pesquisador do Sipri. "Apesar dos baixos preços do petróleo, os países da região continuaram encomendando mais armas em 2016, que consideram instrumentos para enfrentar os conflitos e as tensões regionais", avalia.

"A venda de armas entre 2012 e 2016 atingiu seu maior volume em comparação a qualquer período de cinco anos desde o final da Guerra Fria", acrescentou o comunicado do Sipri.

A Arábia Saudita foi o segundo maior importador de armas no mundo durante este período - com um aumento de 212% em relação ao período 2007-2011 -, atrás da Índia que, ao contrário da China, não conta ainda com uma produção em nível nacional.

Quanto às exportações, os EUA se mantêm em primeiro lugar, com 33% de cota de mercado, à frente da Rússia (23%), da China (6,2%) e da França (6,0%), à frente da Alemanha (5,6%). Estes cinco países representam cerca de 75% das exportações mundiais de armamento pesado.

Os EUA e a França são os principais fornecedores do Oriente Médio, enquanto Rússia e China vendem em primeiro lugar à Ásia. / AFP


Postar um comentário

Postagens mais visitadas