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Erdogan diz que Turquia continuará operação na Síria, pactuada com Moscou

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, afirmou nesta segunda-feira que seu país não interromperá sua operação militar lançada no sábado contra as milícias curdas aliadas dos Estados Unidos no norte da Síria e insistiu que esta operação está pactuada com a Rússia.
EFE

"Não vamos retroceder em Afrin. Falamos com os russos e há consenso", disse o político islamita em relação à região do norte da Síria nas mãos das milícias curdas Unidades de Proteção do Povo (YPG), que Ancara considera terroristas e aliadas da guerrilha curda da Turquia, o PKK.


Erdogan voltou a acusar os EUA de armar e apoiar as YPG, aliadas de Washington contra o grupo jihadista Estado Islâmico.

"Não são honestos conosco. Continuaremos o nosso caminho no marco das conversações que mantemos com a Rússia", apontou.

"Queríamos comprar armas (com os EUA). Não nos deram e entregaram as mesmas armas a organizações terroristas. Que tipo de aliança estratégica é essa?", afirmou o presidente da T…

Ataque a hospital militar no Afeganistão deixa mortos e dezenas de feridos

Ao menos 30 pessoas morreram e dezenas ficaram feridas em ataque reivindicado pelo Estado Islâmico. Terroristas vestiram uniformes da equipe médica.


Por G1


Homens armados, com uniformes da equipe médica, atacaram um hospital militar deixando ao menos 30 mortos e dezenas de feridos em Cabul, no Afeganistão, nesta quarta-feira (8). O confronto com as forças de segurança durou várias horas. O Estado Islâmico reivindicou a ação. 

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Área do hospital cercada por militares afegãos

Um suicida detonou os explosivos que carregava nos fundos do hospital Sardar Mohammad Daud Khan. Outros três agressores com armas automáticas e granadas entraram no complexo, de acordo com autoridades de segurança.

Um homem-bomba morreu e os outros foram mortos pelas forças de segurança, segundo a France Presse. A rede americana CNN afirma que 50 pessoas ficaram feridas no ataque.

O hospital tem capacidade para 400 pacientes e se encontra perto de dois outros hospitais assim como de várias embaixadas.

Abdul Qadir, que é funcionário do hospital, contou à Associated Press que um homem de casaco branco atirou nele e em seus colegas. Ele afirmou que no centro de operações, onde trabalha, sete pacientes estavam preparados para passar por cirurgia no momento do ataque.

Um comunicado da agência de notícias Amaq, do Estado Islâmico, disse que combatentes do grupo atacaram o hospital. O Estado Islâmico tem realizado diversos ataques de grande escala contra alvos civis em Cabul ao longo do último ano, incluindo contra alvos xiitas de destaque, segundo a Reuters.

O ataque acontece uma semana depois dos atentados suicidas de 1º de março contra duas sedes das forças de segurança de Cabul - da polícia e do Serviço de Inteligência (NDS) -, que deixaram 16 mortos e mais de 100 feridos. Essa ação foi reivindicada pelos talibãs, segundo a France Presse.


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