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Área militar do governo brasileiro demonstra desconforto com suspensão de investigação do caso Queiroz

Integrantes da área militar do governo demostraram desconforto com o pedido de suspensão da investigação para apurar movimentações financeiras de Fabricio Queiroz consideradas "atípicas" pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
Por Gerson Camarotti | G1

A avaliação de auxiliares do presidente Jair Bolsonaro é que essa decisão tomada pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), só faz prolongar o desgaste provocado pelo caso.

O ministro Luiz Fux atendeu pedido do deputado estadual e senador eleito Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), de quem Queiroz foi assessor. O Coaf apontou movimentação de R$ 1,2 milhão em uma conta bancária de Queiroz durante um ano sem que houvesse esclarecimento.

Para esses auxiliares, foi uma surpresa a solicitação feita por Flávio Bolsonaro para suspender as investigações.

“Ainda não há uma explicação convincente. Enquanto isso não acontecer, o desgaste desse caso vai continuar. Já está demorando demais”, comentou ao blog um auxilia…

Defesa russa: libertação de Raqqa não será um passeio

A operação para libertar Raqqa dos militantes do Daesh não será nada fácil, e o sucesso dessa missão dependerá de uma coordenação de todas as forças envolvidas no combate aos terroristas, segundo afirmou o Ministério da Defesa da Rússia.


Sputnik

"É claro para qualquer especialista militar que a libertação de Raqqa não será um passeio para a coalizão internacional. O sucesso e a data de término dessa operação vão depender diretamente no entendimento e na prontidão para coordenar a ação de todas as forças que lutam contra o terrorismo na Síria", declarou hoje o major-general Igor Konashenkov, porta-voz da Defesa russa. 

Um combatente das Forças Democráticas da Síria (FDS) perto do rio Eufrates, ao norte de Raqqa, em 8 de março de 2017
Combatente das Forças Democráticas da Síria diante do rio Eufrates, ao norte de Raqqa, na Síria © REUTERS/ Rodi Said

De acordo com o oficial, a visão otimista anunciada pela França sobre a ofensiva contra a proclamada capital do Estado Islâmico no território sírio está baseada mais em algum tipo de fonte nacional de inspiração do que na realidade da situação em campo.

Na última sexta-feira, o ministro da Defesa francês, Jean-Yves Le Drian, disse em conversa com jornalistas que a batalha da coalizão internacional para capturar Raqqa começaria já nos próximos dias.


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