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EUA confirmam linha estratégica de 'desmembramento da Síria', diz analista

Os EUA declararam que não querem restaurar as regiões na Síria que estão sob o controle de Damasco. O especialista Vladimir Fitin explica na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik o que busca Washington.
Sputnik

Os EUA não querem ajudar na reconstrução das regiões na Síria que ficam sob o controle do presidente sírio Bashar Assad, declarou um alto funcionário dos EUA após o primeiro dia do encontro dos ministros das Relações Exteriores do G7.


Em janeiro, o Departamento de Estado dos EUA afirmou que Washington não iria ajudar a Rússia, o Irã e Damasco oficial na restauração do país, enquanto a "transformação política" da Síria não se realizasse. Segundo declarou o assistente adjunto do secretário de Estado dos EUA para o Médio Oriente, David Satterfield, a condição da ajuda é a reforma constitucional e eleições sob os auspícios da ONU.

O analista do Instituto dos Estudos Estratégicos da Rússia, Vladimir Fitin, na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik comentou a decla…

Em rara admissão, Israel assume responsabilidade por ataques na Síria

A agência estatal de notícias síria informou nesta quarta-feira (7) que Israel era responsável por bombardeios ocorridos perto de um aeroporto militar em Damasco.


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Avigdor Lieberman, o ministro da Defesa de Israel, não estava disposto a especificar que ataques foram realizados pelas forças israelenses, de acordo com uma declaração oficial. No entanto, a nota afirma que os ataques tinham como objetivo impedir que "armas avançadas, equipamentos militares e armas de destruição em massa" caíssem nas mãos do Hezbollah, segundo informou o Times of Israel.

Avigdor Lieberman
Avigdor Lieberman © AP Photo/ Markus Schreiber

Autoridades israelenses já expressaram a preocupação de que o Hezbollah pudesse receber armas de destruição em massa ou armas químicas do regime sírio. Ainda assim, Lieberman espera que um acordo pacífico possa ser alcançado na vizinha Síria, embora acredite que a violência e as tensões com os palestinos ainda perdurem por bastante tempo.

Lieberman afirmou ainda que estaria aberto a qualquer acordo de paz na Síria, desde que não inclua o Irã ou o presidente sírio, Bashar Assad.


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