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Única mulher a bordo do submarino argentino desaparecido é oficial pioneira

Eliana María Krawczyk, de 35 anos, é a 'primeira submarinista' da Argentina. O ARA San Juan desapareceu com 44 tripulantes no Atlântico Sul.
G1

Única mulher no submarino militar argentino desaparecido com 44 tripulantes no Atlântico Sul, Eliana María Krawczyk, de 35 anos, é descrita pela imprensa local como primeira oficial submarinista do país e da América do Sul. Ela ocupa o cargo de chefe de armas do ARA San Juan, que perdeu contato com a terra na sexta-feira (17).

Eliana nasceu em Oberá, na província de Misiones, no nordeste da Argentina, e só conheceu o mar aos 21 anos de idade, destaca o perfil do jornal "Clarín". Após se formar no ensino médio, ela se matriculou na Universidade de Misiones para fazer faculdade de Engenharia Industrial.

Duas tragédias familiares levaram Eliana a desistir do curso: a morte de um irmão, em um acidente de trânsito, e a morte da mãe, em decorrência de um problema cardíaco.

Em um perfil publicado em 2015 na revista "Viva", que …

Forças iraquianas assumem controle da sede do governo e do museu de Mossul

Tropas iraquianas iniciaram em 19 de fevereiro uma grande ofensiva para reconquistar a zona oeste de Mossul, último reduto do EI no Iraque.


France Presse


As forças iraquianas assumiram o controle da sede do governo provincial e de uma segunda ponte de Mossul, provocando o recuo dos extremistas do grupo Estado Islâmico (EI), anunciou nesta terça-feira (7) o comando conjunto das operações. 

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Tropas iraquianas em Mossul

"Os heróis da Polícia Federal e das Forças de Intervenção Rápida (FIR) liberaram o edifício do governo da província de Nínive e controlam uma segunda ponte (a ponte Al-Hurriyah)", afirma o comunicado do comando conjunto.

As tropas do Iraque iniciaram em 19 de fevereiro uma grande ofensiva para reconquistar a zona oeste de Mossul, último reduto do EI no Iraque, mas o tempo ruim provocou uma interrupção do avanço por alguns dias.

No fim de janeiro, os soldados reconquistaram a zona leste de Mossul, a segunda maior cidade do Iraque, na região norte do país.

Mossul, a capital de Nínive, é dividida pelo rio Tigres. As cinco pontes que ligam as duas partes da cidade haviam sido danificadas ou destruídas.

As duas pontes retomadas pelas forças iraquianas devem facilitar, após reparos, o transporte de tropas e armas da zona leste para a oeste.

Os combates na zona oeste de Mossul provocaram a fuga de mais 50.000 pessoas, de acordo com a Organização Internacional para as Migrações (OIM).

A maior parte dos 750 mil habitantes do oeste de Mossul, área que sofre com a escassez de alimentos e medicamentos, permanece, no entanto, em suas casas.

Em junho de 2014, após uma ofensiva relâmpago, o EI assumiu o controle de amplas faixas do território ao norte e ao oeste de Bagdá.

Mas desde março de 2015, com a liberação da cidade de Tikrit, e ao longo de 2016 o Estado Islâmico perdeu quase todos os territórios que controlava.

Museu

As forças de segurança iraquianas também anunciaram neste terça-feira (7) que retomaram do EI o museu de Mossul, onde os extremistas destruíram em 2015 várias estátuas antigas a golpes de martelo.

"As unidades da Polícia Federal reconquistaram o museu arqueológico", afirmou o general Raed Chakir Jawdat.

A missão é parte da ofensiva para recuperar a zona oeste da segunda maior cidade do Iraque, o último reduto urbano do EI no país.


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