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Pyongyang: 3 porta-aviões perto da Coreia do Norte são uma ameaça de guerra nuclear

A ONU "fecha os olhos aos exercícios de guerra nuclear dos EUA, que estão empenhados em causar um desastre catastrófico para a humanidade", declarou o embaixador norte-coreano na ONU, Ja Song-nam.
Sputnik

As autoridades norte-coreanas classificaram na segunda (13) o deslocamento sem precedentes de 3 grupos de porta-aviões dos EUA para a zona da península da Coreia como uma "postura de ataque".


O representante norte-coreano permanente na ONU, Ja Song-nam, expressou em uma carta enviada ao secretário-geral da ONU o descontentamento do seu governo com os exercícios militares de Seul, Tóquio e Washington. Estes, segundo o diplomata, estão criando "a pior situação para a península da Coreia e seus arredores".

"Os EUA são os principais responsáveis por escalar as tensões e comprometer a paz", declarou Ja Song-nam.

Além da presença de 3 porta-aviões estadunidenses (Nimitz, Ronald Reagan e Theodore Roosevelt), Washington continua realizando voos de bombarde…

Invasão? Fuzileiros americanos chegam ao norte da Síria sem autorização

Uma unidade do Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos chegou recentemente a uma base aérea da província de Al-Hasakah, no norte da Síria, para ajudar na reconquista de Raqqa, segundo afirmou um representante das forças curdas em entrevista à Sputnik.


Sputnik


De acordo com a fonte, os militares americanos foram levados para o território sírio ao longo dos últimos cinco dias, a bordo de um helicóptero proveniente do Curdistão iraquiano, que aterrissou no campo de pouso de Rumeilan, perto da cidade de Qamishli. Outros chegarão nos próximos dias, por terra, através da passagem de Semalika. 

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"O número de soldados americanos na Síria aumentou no governo de Barack Obama. Antes, sua presença era limitada a especialistas e assessores. Agora, estamos testemunhando a chegada de forças do Corpo de Fuzileiros Navais", afirmou o representante curdo.

Na semana passada, o coronel John Dorrian, porta-voz da Operação Inherent Resolve, dos EUA, confirmou que Washington estava alocando mais militares na Síria, mesmo sem a autorização do governo sírio.

De acordo com o general Joseph Votel, chefe do Comando Central dos Estados Unidos, os fuzileiros navais americanos foram enviados para a Síria para garantir o apoio necessário às forças da coalizão nos conflitos pela reconquista de Raqqa, considerada a capital do Estado Islâmico na Síria. A operação de reconquista, lançada em novembro passado, é liderada pelas Forças Democráticas Sírias, uma aliança de milícias de sírios curdos, árabes, assírios, armênios, turcos e circassianos.


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