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Qual será resposta síria a novos mísseis 'inteligentes' dos EUA?

A cada declaração do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre seus "mísseis inteligentes", os sistemas de defesa antiaérea sírios terão sua própria resposta de mísseis, o que foi demonstrado pelo país em 14 de abril, assegurou à Sputnik o membro do Conselho Público junto ao Ministério da Defesa da Rússia, Igor Korotchenko.
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Mais cedo, Sergei Rudskoy, chefe da Direção-Geral Operacional do Estado-Maior das Forças Armadas russas, disse aos jornalistas que os especialistas russos tinham detectado evidências de 22 mísseis terem atingido alvos, de um total de 105 anunciados pelos EUA, na sequência do ataque aéreo dos EUA e seus aliados.


"Os mísseis podem ser 'inteligentes', mas os sistemas da defesa antiaérea podem ser eficientes, por isso, para cada míssil 'astuto' haverá um míssil guiado, o que foi demonstrado pelo ótimo treinamento profissional dos soldados sírios. Nas declarações de Trump há muita publicidade, e para cada tweet de Trump sobre seus '…

Invasão? Fuzileiros americanos chegam ao norte da Síria sem autorização

Uma unidade do Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos chegou recentemente a uma base aérea da província de Al-Hasakah, no norte da Síria, para ajudar na reconquista de Raqqa, segundo afirmou um representante das forças curdas em entrevista à Sputnik.


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De acordo com a fonte, os militares americanos foram levados para o território sírio ao longo dos últimos cinco dias, a bordo de um helicóptero proveniente do Curdistão iraquiano, que aterrissou no campo de pouso de Rumeilan, perto da cidade de Qamishli. Outros chegarão nos próximos dias, por terra, através da passagem de Semalika. 

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"O número de soldados americanos na Síria aumentou no governo de Barack Obama. Antes, sua presença era limitada a especialistas e assessores. Agora, estamos testemunhando a chegada de forças do Corpo de Fuzileiros Navais", afirmou o representante curdo.

Na semana passada, o coronel John Dorrian, porta-voz da Operação Inherent Resolve, dos EUA, confirmou que Washington estava alocando mais militares na Síria, mesmo sem a autorização do governo sírio.

De acordo com o general Joseph Votel, chefe do Comando Central dos Estados Unidos, os fuzileiros navais americanos foram enviados para a Síria para garantir o apoio necessário às forças da coalizão nos conflitos pela reconquista de Raqqa, considerada a capital do Estado Islâmico na Síria. A operação de reconquista, lançada em novembro passado, é liderada pelas Forças Democráticas Sírias, uma aliança de milícias de sírios curdos, árabes, assírios, armênios, turcos e circassianos.


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