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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Prédio da embaixada russa é atingido durante confrontos em Damasco

Rebeldes sírios lançaram ofensiva que os aproximou do centro da Cidade Velha de Damasco. Forças do governo reagiram.


Por G1


O embaixador russo na Síria, Alexander Kinshchak, afirmou que um dos edifícios da embaixada russa em Damasco foi danificado em confrontos entre o governo e a oposição, segundo a Reuters informou nesta segunda-feira (20). A capital síria vive intensos bombardeios desde domingo (19). 

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"Temos um prédio que não usamos temporariamente, não muito longe do epicentro dos confrontos de ontem. Foi-me dito que uma onda de choque atingiu as janelas", disse Kinshchak, de acordo com a agência de notícias russa RIA.

No domingo, rebeldes sírios lançaram uma grande ofensiva que os aproximou do coração da Cidade Velha de Damasco e as forças do governo reagiram com intensos bombardeios de áreas mantidas pelos rebeldes.

"Aconteceram intensos ataques aéreos desde o amanhecer contra posições rebeldes no bairro de Jobar, onde teve início a ofensiva insurgente", disse à AFP Rami Abdel Rahman, diretor do Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

Segundo relato da agência Efe, citando o OSDH, ao menos 47 soldados governamentais sírios e combatentes islâmicos morreram nas últimas 24 horas em combates nos arredores de Damasco. Ao menos 26 eram membros das forças leais ao presidente da Síria, Bashar al Assad.

Ofensiva

No domingo, os extremistas da Frente Al-Sham, ex-braço sírio da Al-Qaeda, atacaram a partir da posição mais próxima ao centro de Damasco, no bairro de Jobar, cenário de confrontos há dois anos. O bairro está dividido entre os rebeldes e os jihadistas de um lado e as forças governistas de outro.

Pela primeira vez em dois anos, os rebeldes entraram no domingo em edifícios da Praça de Abbassiyyin, a partir de onde lançaram foguetes contra vários setores da capital, segundo o OSDH. 

Nesta segunda-feira, os aviões do regime sobrevoavam a região e os moradores voltaram a transitar pela Praça de Abbassiyyin.

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