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Especialistas: aumenta o risco de guerra entre os EUA, a Rússia e a China

O desenvolvimento de novos tipos de armas nucleares de "baixa potência" aumenta o risco de uma guerra entre os EUA, a Rússia e a China, segundo especialistas consultados por Newsweek.
Sputnik

O Pentágono está desenvolvendo dois novos tipos de armas nucleares, para acompanhar os progressos da Rússia e da China nesse terreno. Os especialistas tiveram acesso às minutas do projeto de doutrina nuclear norte-americana, que acusa Moscou e Pequim de ampliar as suas capacidades nucleares. 


Esse documento afirma a necessidade de "desenvolver e incorporar novos meios de contenção e de defesa dos objetivos, quando a contenção não funciona".

Entre outras medidas, o projeto revela a intenção de desenvolver ogivas nucleares de baixa potência para mísseis Trident, utilizados por submarinos da classe Ohio. Além disso, o departamento de Defesa dos EUA planeja desenvolver um míssil nuclear de baixa potência para suas bases marítimas.

O Pentágono considera o atual arsenal nuclear a disposi…

Prédio da embaixada russa é atingido durante confrontos em Damasco

Rebeldes sírios lançaram ofensiva que os aproximou do centro da Cidade Velha de Damasco. Forças do governo reagiram.


Por G1


O embaixador russo na Síria, Alexander Kinshchak, afirmou que um dos edifícios da embaixada russa em Damasco foi danificado em confrontos entre o governo e a oposição, segundo a Reuters informou nesta segunda-feira (20). A capital síria vive intensos bombardeios desde domingo (19). 

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"Temos um prédio que não usamos temporariamente, não muito longe do epicentro dos confrontos de ontem. Foi-me dito que uma onda de choque atingiu as janelas", disse Kinshchak, de acordo com a agência de notícias russa RIA.

No domingo, rebeldes sírios lançaram uma grande ofensiva que os aproximou do coração da Cidade Velha de Damasco e as forças do governo reagiram com intensos bombardeios de áreas mantidas pelos rebeldes.

"Aconteceram intensos ataques aéreos desde o amanhecer contra posições rebeldes no bairro de Jobar, onde teve início a ofensiva insurgente", disse à AFP Rami Abdel Rahman, diretor do Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

Segundo relato da agência Efe, citando o OSDH, ao menos 47 soldados governamentais sírios e combatentes islâmicos morreram nas últimas 24 horas em combates nos arredores de Damasco. Ao menos 26 eram membros das forças leais ao presidente da Síria, Bashar al Assad.

Ofensiva

No domingo, os extremistas da Frente Al-Sham, ex-braço sírio da Al-Qaeda, atacaram a partir da posição mais próxima ao centro de Damasco, no bairro de Jobar, cenário de confrontos há dois anos. O bairro está dividido entre os rebeldes e os jihadistas de um lado e as forças governistas de outro.

Pela primeira vez em dois anos, os rebeldes entraram no domingo em edifícios da Praça de Abbassiyyin, a partir de onde lançaram foguetes contra vários setores da capital, segundo o OSDH. 

Nesta segunda-feira, os aviões do regime sobrevoavam a região e os moradores voltaram a transitar pela Praça de Abbassiyyin.

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