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Pyongyang: 3 porta-aviões perto da Coreia do Norte são uma ameaça de guerra nuclear

A ONU "fecha os olhos aos exercícios de guerra nuclear dos EUA, que estão empenhados em causar um desastre catastrófico para a humanidade", declarou o embaixador norte-coreano na ONU, Ja Song-nam.
Sputnik

As autoridades norte-coreanas classificaram na segunda (13) o deslocamento sem precedentes de 3 grupos de porta-aviões dos EUA para a zona da península da Coreia como uma "postura de ataque".


O representante norte-coreano permanente na ONU, Ja Song-nam, expressou em uma carta enviada ao secretário-geral da ONU o descontentamento do seu governo com os exercícios militares de Seul, Tóquio e Washington. Estes, segundo o diplomata, estão criando "a pior situação para a península da Coreia e seus arredores".

"Os EUA são os principais responsáveis por escalar as tensões e comprometer a paz", declarou Ja Song-nam.

Além da presença de 3 porta-aviões estadunidenses (Nimitz, Ronald Reagan e Theodore Roosevelt), Washington continua realizando voos de bombarde…

Rússia e China vetam resolução de sanções contra Síria na ONU

Rússia e China usaram seu poder de voto no Conselho de Segurança da ONU nesta terça-feira (28) para barra a resolução de sanções contra a Síria.


Sputnik

O Conselho de Segurança das Nações Unidas votou nesta terça-feira uma resolução de introdução de sanções contra a Síria. A Rússia e a China usaram o seu poder de veto para bloquear o projeto. 


Reunião do Conselho de Segurança da ONU
Reunião do Conselho de Segurança da ONU © REUTERS/ Mike Segar

O projeto de resolução foi proposto pelos Estados Unidos, Reino Unido e a França e visava introduzir sanções contra 11 individualidades sírias e 10 empresas ligadas alegadamente a ataques químicos durante toda a guerra, que se prolonga desde 2011.

As possíveis sanções também proibiriam o fornecimento e transporte de helicópteros e materiais relacionados, inclusive componentes, pelas Forças Armadas governamentais ou o próprio governo.

O embaixador adjunto da Rússia Vladimir Safronkov havia declarado anteriormente que Moscou usaria o veto contra o projeto de resolução porque a investigação foi "unilateral" e baseada em "provas insignificantes".

O governo sírio tem várias vezes negado o uso de armas químicas durante a guerra, que desde março de 2011 matou cerca de 310 mil pessoas.


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