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No decorrer da operação Ramo de Oliveira será criada zona de segurança na Síria

O primeiro-ministro turco Binali Yildirim anunciou a criação, durante a operação militar turca na província síria de Afrin, de uma faixa de segurança de 30 quilômetros.
Sputnik

O premiê, citado pela emissora Haberturk, adiantou também que a operação seria efetuada em quatro etapas.


"A operação vai decorrer em 4 etapas com o objetivo de criar uma faixa de segurança de 30 quilômetros, que será limpa de terroristas", disse o político, citado pela emissora NTV.

Yildirim adiantou que até agora não há mortos ou feridos entre o contingente turco que realiza a operação.

Mais cedo, o Estado-Maior da Turquia anunciou o início da operação "Ramo de Oliveira" contra os grupos curdos na província síria de Afrin, que começou precisamente às 14h00 locais (12h00 no horário de Brasília). De acordo com a entidade militar, a operação conta com a participação de 72 aviões, enquanto 108 dos 113 alvos planejados já foram eliminados. Há poucos dias, o premiê turco, Binali Yildirim, havia avanç…

Rússia e China vetam resolução de sanções contra Síria na ONU

Rússia e China usaram seu poder de voto no Conselho de Segurança da ONU nesta terça-feira (28) para barra a resolução de sanções contra a Síria.


Sputnik

O Conselho de Segurança das Nações Unidas votou nesta terça-feira uma resolução de introdução de sanções contra a Síria. A Rússia e a China usaram o seu poder de veto para bloquear o projeto. 


Reunião do Conselho de Segurança da ONU
Reunião do Conselho de Segurança da ONU © REUTERS/ Mike Segar

O projeto de resolução foi proposto pelos Estados Unidos, Reino Unido e a França e visava introduzir sanções contra 11 individualidades sírias e 10 empresas ligadas alegadamente a ataques químicos durante toda a guerra, que se prolonga desde 2011.

As possíveis sanções também proibiriam o fornecimento e transporte de helicópteros e materiais relacionados, inclusive componentes, pelas Forças Armadas governamentais ou o próprio governo.

O embaixador adjunto da Rússia Vladimir Safronkov havia declarado anteriormente que Moscou usaria o veto contra o projeto de resolução porque a investigação foi "unilateral" e baseada em "provas insignificantes".

O governo sírio tem várias vezes negado o uso de armas químicas durante a guerra, que desde março de 2011 matou cerca de 310 mil pessoas.


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