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TOA - MPF quer que Exército consulte indígenas antes de instalar microcentral hidrelétrica no Tumucumaque

Comunidades indígenas têm direito à consulta prévia, livre e informada sempre que empreendimentos afetem seu território
MPF | DefesaNet

O Ministério Público Federal (MPF) pediu à Justiça que determine à União, na figura do Exército Brasileiro, não instalar microcentral hidrelétrica na terra indígena do Parque do Tumucumaque (AP), até que sejam atendidos todos os requisitos constitucionais para a exploração de recursos hídricos em terra indígena. Além disso, há também a necessidade de avaliação dos impactos socioambientais do empreendimento, bem como a consulta livre, prévia e informada aos indígenas. A ação foi protocolada em 11 de outubro.

A microcentral tem o objetivo de fornecer energia elétrica para propiciar autonomia ao pelotão, composto por 45 militares, localizado na faixa de fronteira entre Brasil e Suriname, no parque do Tumucumaque. Atualmente, os militares contam apenas com oito horas diárias de energia elétrica, dependendo integralmente de geradores a diesel, óleo cujo trans…

São revelados segredos dos caças russos de 8ª geração

Os engenheiros da Corporação Aeronáutica Unida da Rússia (OAK) estão prontos para começar o projeto de aviões de combate de oitava geração, escreve Sergei Ptichkin, especialista em defesa.


Sputnik

Em seu artigo para o jornal russo Rossiiskaya Gazeta o autor indica que se pretende "criar um sistema aeronáutico de combate multifuncional com inteligência técnica muito avançada". 


Caça multifuncional Su-35 da geração 4++
Caça de 4ª++ geração Sukhoi Su-35 © Sputnik/ Ruslan Krivobok

Não obstante, atualmente, é bastante difícil distinguir a diferença entre os caças de quinta geração e de geração 4++, conforme explica Ptichkin. Por conseguinte, "uma nova geração de aviões" é um termo bastante difuso.

Responder aos desafios do século XXI

A OAK planeja criar um grupo de trabalho composto por engenheiros e técnicos altamente especializados.

"[O grupo] se encarregará do desenvolvimento de um sistema de caça integrado capaz de responder a todos os desafios do século XXI, incluindo combates no espaço próximo", indicou Ptichkin.

Assim, haverá dois projetos alternativos do novo caça russo: tripulado e não tripulado. Além disso, podem vir a ser desenvolvidos bombardeiros leves, de médio porte ou monomotores.

Também mudará o conceito de missões de combate. Um caça tripulado vai participar de combates rodeado de drones da mesma configuração.

Drones na guerra eletrônica

"Os drones vão abrir o caminho e proteger o avião tripulado dos bombardeiros inimigos e dos sistemas de defesa aérea", detalha Ptichkin.

Além disso, o novo drone realizará missões de reconhecimento aéreo tático e lançará ataques em ambientes hostis de alta intensidade de ameaças com todo o sistema de armas a bordo. Terá a possibilidade de ser reprogramado para novos alvos.

Tanto os caças tripulados quanto os drones contarão com sistemas de guerra eletrônica do mais alto nível. Assim, um grupo de simuladores virtuais em tamanho real protegerá o esquadrão aéreo de qualquer ameaça.

Entre outras novidades, figura o sistema de deteção de longo alcance para o modo de radar, de radiação infravermelha e ultravioleta, que proporcionará uma visão esférica permanente com intercâmbio contínuo entre as aeronaves.

Os caças da oitava geração estarão equipados com mísseis, instalados tanto no interior quanto no exterior da aeronave.

Sua velocidade será supersônica e permitirá agregar de forma rápida um grande número de aviões de combate em um espaço aéreo perigoso.

Além disso, caso o inimigo lance um ataque, os drones desempenharão um papel protetor ao atrair o fogo para si mesmos.

Capacidades espaciais

Os sistemas de combate serão incluídos no espaço de informação bordo-bordo, bordo-terra, terra-bordo, e até mesmo bordo-espaço-terra-bordo, explica o autor. Isso permite responder rapidamente às ameaças e reorientar os esquadrões de aviões.

Se os novos caças forem armados com mísseis hipersônicos, serão capazes de atingir alvos no espaço próximo. Seus propulsores hipersônicos permitirão realizar missões em órbita e retornar à Terra.

Desta forma, apesar de ainda não se saber como será o seu design exterior, é muito provável que os novos caças russos se assemelhem aos bombardeiros espaciais da saga Star Wars.

Pode parecer fantástico, porque costumamos pensar que as guerras espaciais estão longe de se tornar realidade. Não obstante, persiste a ameaça de asteroides e meteoritos.

"Assim, o sistema de combate dos caças do futuro da OAK pode proteger toda a civilização, e não apenas países individuais", conclui Ptichkin.



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