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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Somália acusa coalizão saudita de atacar barco de refugiados na costa do Iêmen : 42 mortos

O governo da Somália culpou neste sábado (18) a coalizão aérea liderada pela Arábia Saudita de atacar uma embarcação onde pelo menos 42 refugiados somalis morreram na costa do Iêmen, e disse que a agressão cometida por um navio e um helicóptero militares foi "horrenda".


Sputnik

A Somália pediu à coalizão, que é apoiado pelos EUA, para investigar o que aconteceu na sexta-feira (17) de manhã. A embarcação atingida estava cheia de refugiados, inclusive com mulheres e crianças. 


Pessoas carregam o corpo de um refugiado somali, morto em um ataque de helicóptero enquanto fazia uma travessia de barco na costa do Iêmen. 17 de março de 2017
Corpo de refugiado somali morto em ataque de helicóptero da coalizão apoiada pelos EUA © REUTERS/ Abduljabbar Zeyad

"O que aconteceu aqui foi um problema terrível e espantoso infligido a somalis inocentes. A coalizão liderada pelos Arábia Saudita que combate no Iêmen é responsável por isso", disse o ministro das Relações Exteriores da Somália, Abdisalam Omer, na rádio estatal do país.

Ele acrescentou que o governo iemenita também deve procurar uma explicação para o ataque e levar os responsáveis à justiça.

Em um comunicado separado, o primeiro-ministro somali Ali Hassan Khaire disse que a ofensiva foi "atroz" e "espantosa".

Os rebeldes iemenitas xiitas também acusaram a coalizão liderada pela Arábia Saudita, que, por sua vez, não fez comentários.

O ataque ocorreu poucas semanas depois de o presidente recém-eleito da Somália, o somali-americano Mohamed Abdullahi Mohamed, ter escolhido a Arábia Saudita como o primeiro país que visitará como presidente.

O ataque colocou em evidência os perigos da rota, que é muito usada por imigrantes, e que se estende do Chifre da África até o Golfo Pérsico, passando pelo Iêmen, que atualmente está em guerra civil.

Laurent De Boeck, chefe do escritório da Organização Internacional para as Migrações (OIM) em Sanaa, capital do Iêmen, disse que a agência acredita que todos os que estavam a bordo eram refugiados registrados.

Um contrabandista iemenita que sobreviveu ao ataque disse o barco que transportava refugiados que tentavam chegar ao Sudão.


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