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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Virando as costas: parceiros dos EUA preferem armamentos russos

Muitas nações, que antes importavam equipamentos militares dos EUA, passam, gradualmente, a comprá-los da Rússia, informa Fox News.


Sputnik

As negociações sobre fornecimento do caça polivalente russo Su-35 para os aliados, evidenciam a preferência dos parceiros dos EUA por produtos militares da Rússia.


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Sukhoi Su-35

As negociações para o fornecimento do caça polivalente russo Su-35 aos Emirados Árabes Unidos se iniciaram em fevereiro. Andrew O'Reilly, autor do artigo, lembrou que, anteriormente, as Forças Armadas dos Emirados utilizavam equipamentos militares norte-americanos, como as aeronaves F-15 e F-16.

Além dos Emirados, Indonésia também negocia com a Rússia a compra de dez veículos militares polivalentes de quarta geração e superiores. Anteriormente, as Forças Armadas da Indonésia também contavam com aviões de fabricação norte-americana.

"Um dos principais objetivos da Rússia é se reafirmar como grande potência mundial", considerou Hannah Thoburn, pesquisadora do think tank Hudson Institute, à edição.

De acordo com O'Reilly, essas negociações (e outras semelhantes a elas) destacam o uso da indústria militar russa como uma ferramenta diplomática no cenário mundial. A estratégia do presidente russo Vladimir Putin, afirma o autor, consiste em "se conciliar com os países que possuem laços antigos com os Estados Unidos".


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