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No decorrer da operação Ramo de Oliveira será criada zona de segurança na Síria

O primeiro-ministro turco Binali Yildirim anunciou a criação, durante a operação militar turca na província síria de Afrin, de uma faixa de segurança de 30 quilômetros.
Sputnik

O premiê, citado pela emissora Haberturk, adiantou também que a operação seria efetuada em quatro etapas.


"A operação vai decorrer em 4 etapas com o objetivo de criar uma faixa de segurança de 30 quilômetros, que será limpa de terroristas", disse o político, citado pela emissora NTV.

Yildirim adiantou que até agora não há mortos ou feridos entre o contingente turco que realiza a operação.

Mais cedo, o Estado-Maior da Turquia anunciou o início da operação "Ramo de Oliveira" contra os grupos curdos na província síria de Afrin, que começou precisamente às 14h00 locais (12h00 no horário de Brasília). De acordo com a entidade militar, a operação conta com a participação de 72 aviões, enquanto 108 dos 113 alvos planejados já foram eliminados. Há poucos dias, o premiê turco, Binali Yildirim, havia avanç…

Virando as costas: parceiros dos EUA preferem armamentos russos

Muitas nações, que antes importavam equipamentos militares dos EUA, passam, gradualmente, a comprá-los da Rússia, informa Fox News.


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As negociações sobre fornecimento do caça polivalente russo Su-35 para os aliados, evidenciam a preferência dos parceiros dos EUA por produtos militares da Rússia.


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Sukhoi Su-35

As negociações para o fornecimento do caça polivalente russo Su-35 aos Emirados Árabes Unidos se iniciaram em fevereiro. Andrew O'Reilly, autor do artigo, lembrou que, anteriormente, as Forças Armadas dos Emirados utilizavam equipamentos militares norte-americanos, como as aeronaves F-15 e F-16.

Além dos Emirados, Indonésia também negocia com a Rússia a compra de dez veículos militares polivalentes de quarta geração e superiores. Anteriormente, as Forças Armadas da Indonésia também contavam com aviões de fabricação norte-americana.

"Um dos principais objetivos da Rússia é se reafirmar como grande potência mundial", considerou Hannah Thoburn, pesquisadora do think tank Hudson Institute, à edição.

De acordo com O'Reilly, essas negociações (e outras semelhantes a elas) destacam o uso da indústria militar russa como uma ferramenta diplomática no cenário mundial. A estratégia do presidente russo Vladimir Putin, afirma o autor, consiste em "se conciliar com os países que possuem laços antigos com os Estados Unidos".


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