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Turquia quer ajudar Iraque a combater curdos em Kirkuk

A Turquia informou nesta segunda-feira que estava pronta para ajudar o governo iraquiano a expulsar os combatentes curdos da cidade de Kirkuk, informou AFP.
Sputnik

Ancara teme que a eventual independência do Curdistão iraquiano pode desencadear movimentos semelhantes entre a população curda na Turquia e saudou a operação das forças iraquianas para expulsar as forças do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) de Kirkuk.


"Estamos prontos para qualquer forma de cooperação com o governo iraquiano de modo a acabar com a presença do PKK no território do Iraque", disse o ministro das Relações Exteriores da Turquia, Mevlut Cavusoglu.

O Conselho de Segurança Nacional do Iraque afirmou neste domingo que considerará a presença de militares curdos em Kirkuk como um "declaração de guerra".

Na segunda-feira, as forças iraquianas tomaram amplos territórios nos arredores da cidade, bem como uma base militar, um aeroporto e um campo petrolífero.

Em 2014, as tropas peshmerga curdas …

América Latina comprou mais de US$ 10 bilhões em armamentos russos

Exportador de equipamentos militares da Rússia quer continuar a batalha contra empresas dos EUA e da Europa pelo mercado latino-americano.


Ígor Rôzin | Gazeta Russa

Desde 2001, os países da América Latina compraram mais de US$ 10 bilhões em armamentos produzidos na Rússia. A informação foi divulgada pelo diretor-geral da Rosoboronexport (estatal russa responsável pelas vendas de equipamento militar ao exterior), Aleksêi Mikheev.



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A Venezuela é o principal mercado: entre 2000 e 2016, o país comprou 80% de todas as armas russas vendidas na América Latina. Foto:@IAF_MCC

"Nos últimos anos a concorrência nesse mercado está crescendo, os produtores norte-americanos e europeus estão intensificando seu trabalho na região, no entanto, estamos preparados para lutar pelos nossos clientes", declarou Mikheev.

E como em qualquer produto de exportação, a propaganda, ofertas e serviços especiais ajudam a ganhar clientes.

"Estamos usando todas as ferramentas modernas de marketing. Oferecemos esquemas de financiamento flexíveis, inclusive compensações, offset, trade-in e abordagens individuais para cada parceiro. Os clientes também apreciam os nossos serviços pós-venda e consultoria técnica e jurídica", disse.

Tradicionalmente, os países latino-americanos estão interessados em aviões e helicópteros. E depois do início da operação militar contra o Estado Islâmico na Síria, a demanda pelos equipamentos russos só aumentou.

"Tendo em conta os desafios atuais, como o terrorismo, tráfico de drogas, crime organizado e crimes virtuais, a Rosoboronexport está promovendo o “sistema integrado de segurança" no mercado latino-americano. Esse sistema inclui soluções integradas para problemas de segurança cibernética, controle das áreas costeiras, fronteiras nacionais e de grandes municípios e cidades”, lê-se no comunicado da Rosoboronexport.

Em março, o “think thank” de política internacional Chatham House publicou o relatório “Russia’s Role as an Arms Exporter” (“O papel da Rússia como um exportador de armas"), sobre as vendas dos armamentos russos na América Latina.

A região é um mercado tradicionalmente ocupado pelos fabricantes americanos e europeus. Mas o estudo da Chatham House mostra uma mudança considerável nos últimos anos.

A Venezuela é o principal mercado: entre 2000 e 2016, o país comprou 80% de todas as armas russas vendidas na América Latina. Na América Central o principal cliente é a Nicarágua, onde 80% dos equipamentos militares são produzidos por empresas russas. Já em outros países, como o Brasil, Colômbia, Argentina, México e Peru esta parcela não passa dos 20%.

O interesse dos exportadores militares da Rússia na América Latina também tem uma outra motivação: apenas 4,6% das vendas externas são feitas para a região. E o objetivo é aumentar este percentual em breve.



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