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Pequim acha que exercícios dos EUA e da Coreia do Sul escalam situação na região

Os exercícios conjuntos dos EUA e da Coreia do Sul não contribuem para a desescalação na península coreana, acrescentou na segunda (21) a representante oficial Hua Chunying.
Sputnik

Os exercícios conjuntos Ulchi Freedom Guardian (UFG) se iniciaram na Coreia do Sul na segunda-feira. 


"Os exercícios conjuntos dos EUA e da Coreia do Sul não contribuem para a desescalação da situação na península coreana, bem como para os esforços das partes no sentido de realizar negociações", comunicou Hua Chunying durante o briefing.

Ela chamou os EUA, a Coreia do Sul e os outros países a darem passos construtivos que contribuam para o reinício das negociações e para a regularização racional do problema nuclear da península Coreana.

Cerca de 50 mil militares sul-coreanos e 17 mil norte-americanos participam dos exercícios.

Anteriormente havia sido comunicado que os EUA e a Coreia do Sul acordaram influenciar Pyongyang com o deslocamento de armas estratégicas norte-americanas – submarinos nuclear…

Ataque químico deixa mais de 50 mortos na Síria, diz ONG

Suposto bombardeio atinge província de Idlib, no noroeste do país. Crianças estariam entre mortos, e há relatos de feridos com sintomas de asfixia. Oposição fala em "massacre" e responsabiliza regime de Bashar al-Assad.


Deutch Welle

Ao menos 58 pessoas, entre elas crianças, morreram num ataque aéreo envolvendo gás tóxico no noroeste da Síria, comunicou o Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH) nesta terça-feira (04/04).


Homem é tratado em hospital após suposto ataque químico em Idlib
Homem é tratado em hospital após suposto ataque químico em Idlib

Citando fontes médicas e ativistas, o OSDH afirma que o ataque, executado por aviões não identificados, atingiu a cidade de Khan Cheikhoun, na província de Idlib. A ONG indicou que muitos dos feridos apresentaram sintomas de asfixia, vômitos e dificuldade de respirar.

O opositor Conselho Local de Khan Cheikhoun declarou via comunicado que houve quatro bombardeios com bombas termobáricas que continham gás cloro e gás sarin, deixando cerca de 200 feridos.

O conselho publicou fotos de várias vítimas, algumas menores de idade, deitadas no chão. Uma delas mostra uma equipe médica jogando água no corpo de um jovem. Ativistas também publicaram fotos nas redes sociais de crianças mortas empilhadas.

A Coalizão Nacional Síria, um grupo de oposição ao regime do presidente do país, Bashar al-Assad, descreveu o ataque como um "massacre". A aliança acusa o regime de executar o ataque e convocou o Conselho de Segurança da ONU a realizar uma reunião de emergência sobre o assunto.

A maior parte da província de Idlib está sob controle de facções rebeldes e islâmicas, entre elas a organização Libertação do Levante, aliança formada em torno da ex-filial síria da Al Qaeda.

Nos últimos dias foram registrados vários bombardeios, alegadamente com gases, no norte da Síria. Em 30 de março, mais de 50 pessoas ficaram feridas ou com sintomas de asfixia devido a ataques com aviões e helicópteros não identificados, alguns com substâncias químicas, na província de Hama, vizinha de Idlib.



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