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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

Chanceler russo: Moscou se opõe e seguirá se opondo às tentativas de mudar poder na Síria

Moscou irá resistir às tentativas de rejeitar resolução política da situação na Síria e de mudar o poder no país, declarou o chanceler russo, Sergei Lavrov.


Sputnik

"Pressentimos que alguns dos nossos colegas estão tentando pôr fim à resolução do Conselho de Segurança da ONU quanto à resolução política baseada no diálogo entre as partes sírias, voltando ao antigo tema sobre mudança de regime", afirmou Lavrov. 


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Bashar Assad, presidente da Síria

O ministro russo está convicto de que o Conselho da Segurança da ONU não renunciará a seus princípios, que são declarados na resolução 2254.

O Conselho de Segurança da ONU autorizou a resolução 2254 em dezembro de 2015. Trata-se do Roteiro para a Paz em direção à regularização da situação na Síria. A resolução inclui elaboração de uma nova constituição do país e realização de eleições presidenciais.

No início de abril, o representante permanente dos EUA na ONU, Nikki Haley, declarou que a resolução política do conflito sírio será impossível por enquanto Bashar Assad ocupe o cargo da presidência do país. Ao mesmo tempo, o presidente do Comitê Internacional do Conselho da Federação da Rússia (Senado), Konstantin Kosachev, referiu-se às declarações de Haley como uma tentativa de sabotar os esforços que visam avançar as negociações entre autoridades sírias e oposição.



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