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Países muçulmanos reconhecem Jerusalém como capital do Estado da Palestina

Os países da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI) acordaram nesta quarta-feira reconhecer Jerusalém Oriental como capital do Estado da Palestina e convidaram as outras nações a fazer o mesmo, em resposta à decisão dos EUA de declarar Jerusalém como capital de Israel.
EFE

"Declaramos Jerusalém Oriental como capital do Estado da Palestina e convidamos todos os países a reconhecer o Estado da Palestina com Jerusalém Oriental como sua capital ocupada", indica a minuta da declaração preparada nesta quarta-feira em Istambul por esta organização, formada por 57 países de maioria muçulmana.


A OCI, formada por 57 países de maioria muçulmana, inclui desde sua fundação em 1969 a Palestina como membro pleno, com sua capital em Jerusalém.

O documento, apresentado pelos "reis, chefes de Estado e de Governo dos Estados membros da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI)", apresenta em 23 pontos a postura do mundo muçulmano perante a decisão dos EUA.

Nesse texto, a OCI &quo…

Comandantes do Daesh fogem de Raqqa para Deir ez-Zor

Na véspera, no decurso da operação militar realizada pelos destacamentos das Forças Democráticas Sírias para libertar a cidade de Raqqa do Daesh foi libertada a rodovia Raqqa-Tabqa.


Sputnik

Nessa relação, o comandante de um destacamento das Forças Democráticas Sírias, Nasır Hec Mansur, revelou em entrevista à Sputnik Turquia os detalhes da operação militar realizada na zona da cidade síria de Raqqa. 


Os militantes de Daesh na cidade de Raqqa.
Terroristas do Estado Islâmico em Raqqa, Síria © AP Photo/ Raqqa Media Center

Segundo ele, a operação militar está decorrendo com sucesso e rapidamente: "Temos que percorrer cinco a dez quilômetros até Raqqa, depende do sítio. "É difícil dizer uma data certa em que poderemos entrar na cidade devido a razões militares e técnicas. No entanto, conto com que isso aconteça no decurso do próximo mês."

Além disso, Mansur informou que os comandantes operacionais do Daesh (organização terrorista proibida na Rússia) estão fugindo de Raqqa em direção à cidade de Deir ez-Zor: "Os comandantes do Daesh fogem de Raqqa. Os comandantes operacionais estrangeiros já deixaram a cidade. 
Agora em Raqqa só ficaram os comandantes locais. A cidade está cercada de três lados. A única estrada que sai da cidade fica no norte perto do Eufrates, mas está fechada ao trânsito rodoviário, só é possível percorrê-la a pé. Assim, os terroristas do Daesh só podem abandonar Raqqa a pé, não conseguirão fazê-lo de carro."

"O Daesh usa constantemente civis na qualidade de escudos humanos. Os terroristas aplicaram essa tática em toda a parte. E agora, no decurso da operação em Raqqa, eles estão fazendo o mesmo. O Daesh impede os civis de fugirem para os bairros controlados pelas nossas forças. É evidente que durante a ofensiva de Raqqa eles vão usá-los como escudos humanos. Entretanto, alguns civis conseguem escapar, eles se abrigam no nosso território. Atualmente, cerca de 70 mil civis fugiram de vilas e povoados ao norte da Síria e encontraram refúgio [no nosso território]. Agora os arredores de Raqqa estão sendo controlados pelas Forças Democráticas Sírias", acrescentou.

Desde 2014, os EUA realizam ataques aéreos na Síria contra o grupo terrorista Daesh, sem autorização dos governo deste país. Além disso, equipes das forças especiais americanas atuam na república árabe, oferecendo suporte aos opositores do presidente sírio Bashar Assad no combate ao terrorismo.

Raqqa é considerada a capital não oficial do Daesh na Síria e segundo centro do grupo terrorista na região, depois de Mossul (Iraque). A cidade de aproximadamente 300 mil habitantes foi tomada pelos jihadistas em 2013. As forças da oposição síria vem realizando uma operação de bloqueio à cidade nos últimos meses, no âmbito dos preparativos para a sua libertação.


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