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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Eliminado 'ministro da guerra' do Daesh que treinou nos EUA por 5 anos

De acordo com a mídia, um dos chefes do agrupamento jihadista Daesh, proibido na Rússia e em muitos outros países, foi morto na sequência de um ataque com mísseis na cidade iraquiana de Mossul.


Sputnik

De acordo com o canal russo Rossiya 24, o terrorista eliminado se chamava Gulmurod Khalimov e era considerado como o "ministro da guerra" dentro do Daesh.


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Gulmurod Khalimov

Sabe-se que Khalimov era originário da República do Tajiquistão e começou sua carreira nas fileiras das forças especiais da União Soviética. Após o colapso da URSS, ele se tornou comandante no OMON (Unidade Móvel de Operações Especiais, nome genérico para o sistema de Unidades Especiais da Polícia e anteriormente do Ministério do Interior soviético) e serviu na Guarda Presidencial.

Ao longo de 5 anos, o terrorista foi treinado em uma das bases militares americanas. A edição britânica The Times afirma que seus mentores proviriam da empresa militar privada Blackwater.

Em 2015, Khalimov aderiu às fileiras dos terroristas e foi combater na Síria, se tendo especializado em fazer explodir veículos da coalizão internacional.



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